<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592</id><updated>2011-07-08T02:33:18.059+01:00</updated><category term='espetáculo'/><category term='drama'/><category term='acção'/><category term='exposição'/><category term='terror'/><category term='teatro'/><category term='literatura'/><category term='cinema'/><category term='pink floyd'/><category term='comédia'/><category term='ficção científica'/><category term='Oscar'/><category term='videos'/><category term='música'/><category term='thriller'/><category term='reflexão'/><category term='Avisos'/><title type='text'>Para Acabar de Vez Com a Cultura</title><subtitle type='html'>Tantos filmes, tantos livros, tantas músicas...e tão pouco tempo...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>48</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8506256816328611377</id><published>2009-10-29T18:59:00.006Z</published><updated>2009-10-29T19:15:08.360Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>David Fonseca numa intimidade acústica</title><content type='html'>Normalidade não é característica que assente bem a David Fonseca. O artista nacio&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SunpH_S6mdI/AAAAAAAAAQQ/QqpNCTyXXHM/s1600-h/28102009151.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398101951839377874" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SunpH_S6mdI/AAAAAAAAAQQ/QqpNCTyXXHM/s320/28102009151.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;nal que, cantando em inglês, mais vende no nosso país, tem sido acompanhado ao longo da sua carreira por um conjunto de excentricidades que o colocam num lugar especial no panorama musical português: realiza alguns dos seus vídeos, é fã e habitual utilizador das redes sociais Twitter e Facebook, vestiu-se de astronauta na sua última tour, declama a letra R de forma ruidosamente pesada e dá pequenos concertos nos locais mais inesperados. Na segunda-feira, dia 26, percorreu Lisboa com novas músicas no bolso e encantou. Agora, quando pouco falta para o lançamento oficial do novo albúm, Between Waves, David Fonseca corre Portugal de lés a lés com pequenos showcases, de forma a promover este seu último trabalho, embora de uma forma mais leve e intimista. Ontem, dia 28, foi a vez da Figueira da Foz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Pequeno Auditório do Centro de Artes e Espectáculos não estava cheio à hora prevista de início do concerto. Apenas pouco mais de metade dos lugares estavam ocupados, mas não se viam rostos de enfado e contrariedade que por vezes encontramos em grandes espetáculos. Em vez disso, só ligeiros sorrisos de expectativa e um burburinho no ar. No palco, apenas uma cadeira, uma guitarra acústica, uma pandeireta e um ecrã com a capa do novo álbum. Sem espaço para banda de apoio, David Fonseca prometia, mesmo ainda antes de estar em palco, algo de diferente das suas grandes produções ao vivo. Mal as luzes se apagaram, a figura alta e estreita do cantor atravessou o palco, com as já típicas All Star pretas e o blazer negro. Enquanto nos dava as boas vindas de uma forma bem-humorada, brincava nervosamente com as cordas da guitarra, até apresentar a primeira música da noite, Owner of Her Heart, um título de difícil pronunciação até mesm&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sunm0CF0vkI/AAAAAAAAAP4/_ZLXo0xOgjk/s1600-h/28102009153.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 292px; FLOAT: left; HEIGHT: 217px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398099409969135170" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sunm0CF0vkI/AAAAAAAAAP4/_ZLXo0xOgjk/s200/28102009153.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;o para o David, que confessou vários engasgos com o nome da canção. Para o acompanhar, o ecrã fragmentou-se em pequenos compartimentos onde vários Davids Fonsecas tocavam variados instrumentos, como o piano, a bateria ou o xilofone, havendo ainda espaço para um quarteto de cordas. Depressa se passou para It’s Just A Dream, uma canção com uma estrutura diferente daquela que o artista costuma usar, inspirado em artistas como os Beatles ou Elvis Presley. Sem refrão, sem pontes, sem obedecer aos cânones da música pop actual, esta pequena anarquia estrutural revelou-se bem positiva, compondo uma das melhores músicas da noite.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar da ausência da panóplia (ele adora esta palavra) habitual dos espectáculos ao vivo, o humor esteve bem mais presente; os espaços entre músicas mais se assemelhavam a stand-up comedy, com descrições hilariantes do seu processo de criação. Em jeito de introdução a Walk Away When You’re Winning, David explicou o porquê de nomes tão grandes para as suas músicas, assim como o uso de 4 para “for”, U para “you” e II no final: burocracias da Sociedade Portuguesa de Autores. No entanto, há razões para sorrir: “daqui a 500 anos, quando já&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SunoSH7bw3I/AAAAAAAAAQA/CLNZlTARbXs/s1600-h/28102009154.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398101026443871090" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SunoSH7bw3I/AAAAAAAAAQA/CLNZlTARbXs/s320/28102009154.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; estiver morto e enterrado, ninguém vai poder usar o título My Friends numa música sua. Esse título é meu, nem pensar!”. Esta boa disposição caiu bem no meio das músicas de um tom mais melancólico do que em outros registos, e foi recebida por um público bastante galhofeiro (talvez até demais), que exterminou toda a formalidade que ainda podia existir no showcase. Depois de mais uma música bem melódica e em que a sua poderosa voz brilhou fulgente, David Fonseca anuncia a última canção, com mais alguns efeitos especiais: U Know Who I Am usou a guitarra, a sua banda de Davids no ecrã, uma estranha bateria só de pé, e as vozes do público, que colaborava encantado noutra canção que encaixava perfeitamente no ambiente de uma amena noite de Outubro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim se despediu, mas as luzes não se acenderam. Quem diria que também um showcase tem encore? David Fonseca voltou, colou a pandeireta ao pé com uma potente fita cola e interpretou o seu mais recente single, que já passa nas rádios nacionais. A Cry 4 Love soou ainda melhor num registo mais acústico, mas que não comprometeu a qualidade da versão original. Aplausos feitos, ficou a promessa feita de um novo álbum com muita qualidade e uma última faixa descrita como “kizombada psicadélica“. E fora do auditório, havia mais David Fonseca.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como se de um velho amigo se tratasse, veio ter com o pequeno público que o aguardava junto à sua banquinha de merchandising, perguntar como tinha corrido, se tinham gostado, distribuindo autógrafos, sorrisos e piadas. E em exclusivo para o Espalha Factos e para o blog Para Acabar de Vez Com a Cultura (ou seja, em conversa comigo) declarou a sua paixão pelos espalhafatosos anos 80 e a sua adoração por artistas como Sabrina ou Samantha Fox. “Gosto de música“, disse-me, confirmando o seu vastíssimo leque de gostos musicais e negando-se a adoptar um só estilo. Além disso, houve ainda tempo na nossa curta conversa para conselhos musicais (”Não vens ao meu concerto porque no dia anterior tens Muse no Atlântico? Epá, aproveita. Muse é muito bom e ao vivo deve ser um espectáculo!”) e para algumas memórias de adolescente (”Quando trabalhava na rádio, gravava da TV os vídeos das canções e passava o som do VHS para cassetes, porque só assim é que nos chegava música. Nessa altura também vivia numa caverna.“)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que fica deste showcase? Um forte desejo de ouvir Between Waves, a constatação da simpatia e humildade do artista e a certeza de que a normalidade assenta mesmo muito mal a David Fonseca.&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 240px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398101361219429730" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SunolnEJZWI/AAAAAAAAAQI/FtK44iOBKxI/s320/28102009155.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8506256816328611377?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8506256816328611377/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8506256816328611377&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8506256816328611377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8506256816328611377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/10/david-fonseca-numa-intimidade-acustica.html' title='David Fonseca numa intimidade acústica'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SunpH_S6mdI/AAAAAAAAAQQ/QqpNCTyXXHM/s72-c/28102009151.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-4157547921678901634</id><published>2009-09-25T18:11:00.004+01:00</published><updated>2009-09-25T20:26:06.375+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>The Resistance - é inútil resistir</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_cbRFW7_XgAc/SnmvTlWqdkI/AAAAAAAAJvU/JIw0n0ppauU/s320/the+resistance.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 315px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_cbRFW7_XgAc/SnmvTlWqdkI/AAAAAAAAJvU/JIw0n0ppauU/s320/the+resistance.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Já lá vão dez anos depois de Showbiz, albúm inaugural da gloriosa carreira dos Muse. E quem diria que a banda acusada de "copiar" os Radiohead seria capaz de lançar algo tão...diferente. A verdade é que os Muse se têm reinventado em todos os albúms, com uma tendência para se amenizarem a cada registo que gravam. As diferenças entre a pura e dura Plug In Baby de 2001 e Supermassive Black Hole de 2006 (música que ganhou outra fama depois da presença no filme teenager Crepúsculo) são gritantes. Mas quando o mundo esperava com algum medo pelo novo elemento da discografia da banda, os Muse surpreendem. E não se pode dizer que seja pela negativa. &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A faixa inicial, e também primeiro single, não nos traz nada de novo. Uprising transpira a obsessão de Bellamy por conspirações mundiais num embrulho demasiado igual ao hino de Black Holes and Revelations, Knights Of Cydonia. Segue-se Resistance que já se encontra mais no espírito do disco: o piano inicial é delicioso e os coros, poderosíssimos. Aparentemente, é a história de amor do livro 1984 que se ouve na voz de Matt Bellamy, mas quer se perceba, quer não, algumas das frases da letra já habitam nicknames em várias redes sociais. Undisclosed Desires pode muito bem ser o maior sucesso radiofónico deste albúm, se for bem utilizada: de uma sonoridade mais pop com umas cordas a dar uma ajuda, é bem capaz de ser a música mais leve que os Muse já compuseram. Nem a letra (romântica, e ponto final) nem a voz de Bellamy, fragmentada e grave, dão um tom épico à canção; mas a sua simplicidade é tão cativante que não passa despercebida no conjunto de faixas de The Resistance.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E da simplicidade passamos à complexidade excessiva de United States Of Eurasia. A melhor canção do albúm, a Bohemian Rhaposdy do século XXI. É impossível não encontrar semelhanças com os Queen: com coros a lembrarem os êxitos dos anos 70 de Freddie Mercury e companhia, uma guitarra que nos traz aos ouvidos os singulares solos de Brian May, um piano mais que presente...esta música é o rosto do novo albúm, uma rapsódia sobre uma inacreditável ocupação americana dos territórios de Portugal ao Japão. A ela segue-se Chopin. Collateral Damage é uma adaptação de um dos mais famosos Nocturnos do compositor francês, que termina com os sons de um bombardeamento aéreo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Guiding Light anima um pouco o ambiente. Com o melhor solo de guitarra de todo o albúm (mais uma vez a lembrar o dono da Red Special), surge langorosa e suplicante mas não demasiado negra. E onde anda o rock? Poderoso como em Hysteria ou Map Of The Problematique , só surge na sexta faixa, com Unnatural Selection, que peca pela longa duração (quase sete minutos) e por ser um tanto repetitiva. Para quem não espera surpresas deste novo albúm, basta ouvir esta canção e fica satisfeito. Com uma letra mais virada para a religião, não abandona a linha condutora de The Resistance, apesar de surgir mais violenta. Também com um solo para recordar. Na passagem de Unnatural Selection para MK Ultra, perde-se muito pouca energia. Mais uma canção de revolta, desta vez a roubar o nome a um projecto de controlo mental criado pela CIA. Um tanto efémera, mas consegue criar um bom ambiente para o que se segue: a divertida e sensual I Belong To You/Mon Coeur S'ouvre à ta Voix. Com uma letra um tanto obscura, a banda brinca com o piano para dar uma roupagem muito leve à penúltima canção do albúm. Confirmada para entrar no próximo filme da saga Crepúsculo (antes esta que outra qualquer), ainda vai buscar uma ária da ópera Sansão e Dalila, na qual Matt Bellamy canta num perfeito francês. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se o albúm aqui terminasse, não ficaria mais do que uma desilusão, um vazio nas ânsias dos fãs a quem foi prometido algo de grandioso. Felizmente, há ainda 13 minutos de música e que conseguem elevar The Resistance a um nível superior. Exogenesis divide-se em 3 partes (não fosse o tamanho da música assustar os ouvintes) que descrevem o abandono do nosso planeta numa melodia comovente. O piano soa belíssimo, a voz de Bellamy ecoa divinalmente e a orquestra faz um incrível trabalho. Um final perfeito.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se os Muse são os novos Queen, então The Resistance é a jóia da coroa. Provavelmente é o melhor disco da banda até ao momento pois se revela completo e sem grandes oscilações de qualidade. Com uma conceptualidade um pouco difusa, os Muse podem ter prometido mais do que puderam cumprir, dado o hype gerado à volta deste novo albúm. Dos haters, eles não se livram e dificilmente conseguirão conquistar novos públicos, mas The Resistance é motivo mais do que suficiente para garantir presença no Pavilhão Atlântico no dia 29 de Novembro. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-4157547921678901634?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/4157547921678901634/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=4157547921678901634&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4157547921678901634'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4157547921678901634'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/09/resistance-e-inutil-resistir.html' title='The Resistance - é inútil resistir'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_cbRFW7_XgAc/SnmvTlWqdkI/AAAAAAAAJvU/JIw0n0ppauU/s72-c/the+resistance.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-1494052032373197645</id><published>2009-09-03T15:22:00.003+01:00</published><updated>2009-09-03T15:37:54.771+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avisos'/><title type='text'>Espalha Factos</title><content type='html'>Irá parecer estranho que alguém que diz estar sempre ocupado e não ter tempo para postar no blog (para quem ainda não percebeu, falo de mim próprio) venha anunciar, com pompa e circunstância, um novo projecto. Mas é isso que vai acontecer. Aliás, está a acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venho por este singelo meio anunciar não só a minha parceria mas também a existência de um novo projecto, o Espalha Factos, um site que conta com a colaboração de vários jovens de todo o país e que pretende informar e elucidar o público sobre temas como o Cinema, a Música, a Rádio e a Televisão, com o rigor e profissionalismo que um projecto com este ordena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passem por lá, &lt;a href="http://www.espalha-factos.com/"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;http://www.espalha-factos.com/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, e apreciem. O link passará a estar aqui na barra lateral. Também nos podem seguir no Twitter em &lt;a href="http://twitter.com/EspalhaFactos"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;http://twitter.com/EspalhaFactos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E um resto de boa semana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-1494052032373197645?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/1494052032373197645/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=1494052032373197645&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1494052032373197645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1494052032373197645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/09/espalha-factos.html' title='Espalha Factos'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8785935221723279509</id><published>2009-09-01T23:35:00.006+01:00</published><updated>2009-09-02T00:48:17.864+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Tarantino, um glorioso sacana</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2w88u89zI/AAAAAAAAAOw/BvSRlDzTBMI/s1600-h/bastards_poster.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376648091291940658" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2w88u89zI/AAAAAAAAAOw/BvSRlDzTBMI/s320/bastards_poster.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Que a boa-nova seja pregada aos sete ventos: Sacanas Sem Lei é o melhor filme do ano. &lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas isto não deve ser surpresa para ninguém. Vindo de quem vem, só um grandioso filme era esperado, e Quentin Tarantino trata de não desiludir - na minha opinião, esta é a sua grande obra. Sou suspeito: não reconheço nada de genial em Pulp Fiction e ainda me faltam &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2xiS_TIbI/AAAAAAAAAO4/RpK7oQjG2Ig/s1600-h/inglorious2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376648732921242034" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2xiS_TIbI/AAAAAAAAAO4/RpK7oQjG2Ig/s320/inglorious2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;grandes clássicos para completar a sua filmografia, mas Sacanas Sem Lei (magnífica tradução de Inglorious Basterds) habilita-se a estar no restrito grupo de filmes da minha vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Comecemos pelo tema: Segunda Guerra Mundial. Por si só, já vale a pena o dinheiro do bilhete. Mas só de imaginarmos a mão de Tarantino a tocar num assunto tão delicado, que foi alvo de Oscares da Academia nas mais diversas categorias, a excitação é tal que é impossível combater o impulso de ir a correr para o cinema. E ainda por cima com a promessa de vermos um massacre de nazis sob as mãos de Brad Pitt e companhia. Porque afinal, é por isso que vamos ver Tarantino, porque temos a promessa vincada de sangue e violência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, quem espera a chafurdice de Kill Bill Vol. 1, por exemplo, pode sair da sala ligeiramente desapontado.&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2yBxMafhI/AAAAAAAAAPA/7SrqQvO4GAo/s1600-h/2009_inglorious_bastards_005.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376649273605258770" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2yBxMafhI/AAAAAAAAAPA/7SrqQvO4GAo/s320/2009_inglorious_bastards_005.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Não é que não haja sangue e carne e violência, porque há tudo isto q.b.. Só que neste Sacanas Sem Lei, o requinte, a excelência chegam-nos de outros lados. O elenco: Christoph Waltz é simplesmente a alma do filme, encarnando um personagem genial, duma espécie que vai rareando, que consegue mexer no nosso íntimo e provocar violentas sensações. Mélanie Laurent, lindíssima, é dona de uma beleza frágil e que esconde na cor titónica dos seus olhos um desconcertante fatalismo. É também uma grande revelação e um talento a seguir de perto. Brad Pitt é, resumidamente, o bobo da corte, está ali para fazer rir o público. E consegue-o com algum aproveitamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas tecer elogios a este filme e não falar do argumento seria um crime hediondo, comparável às barbaridades cometidas na época que o filme retrata. Tarantino esmerou-se e serve-nos uma estória deliciosa: deleitemo-nos com os diálogos riquíssimos, personagens fantásticas e um retrato dos anos 40 absolutamente inacreditável. Tudo isto acompanhado de uma realização primorosa e &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2yeAqYOyI/AAAAAAAAAPI/af2hGlnwuY0/s1600-h/2009_inglorious_bastards_002.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 214px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376649758793808674" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2yeAqYOyI/AAAAAAAAAPI/af2hGlnwuY0/s320/2009_inglorious_bastards_002.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;dos toques "à lá Tarantino" que cunham os seus filmes. Destaque para a sequência final no cinema parisiense, qualquer coisa de abismal que me deixou ficar de boca aberta, literalmente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não esquecendo também a banda-sonora - que segue os padrões a que Tarantino nos habituou - importa também referir um aspecto bastante ambíguo: o arrojo do realizador em mexer com personagens e cenas históricas sem medo de represálias de grupos que idolatram certos personagens do filme. E mais não digo, que não quero ser spoiler. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Concluindo, é um excelente filme que merece ser visto numa sala de cinema decente, não porque a apreciação do filme seja menor se for visto no PC ou no leitor que lê DVD's piratas lá de casa, mas porque o Tarantino, apesar de já ter os bolsos cheios, merece o dinheiro por ter feito esta obra-prima.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8785935221723279509?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8785935221723279509/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8785935221723279509&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8785935221723279509'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8785935221723279509'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/09/tarantino-um-glorioso-sacana.html' title='Tarantino, um glorioso sacana'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sp2w88u89zI/AAAAAAAAAOw/BvSRlDzTBMI/s72-c/bastards_poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-3143494427290218956</id><published>2009-08-31T15:23:00.006+01:00</published><updated>2009-08-31T17:27:16.817+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Mais cinema!</title><content type='html'>Bem, desde o último post que escrevi já lá vai um tempinho, mas foi bem aproveitado. Trago-vos reviews não de um, não de dois, não de três mas de sete filmes! Fantástico, e para amanhã está prometida a review do mais recente filme de Quentin Tarantino, Sacanas Sem Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Matou&lt;a href="http://saulon.files.wordpress.com/2009/04/m.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 152px; FLOAT: right; HEIGHT: 179px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://saulon.files.wordpress.com/2009/04/m.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Filme do génio alemão Fritz Lang, responsável também pelo magistral Metropolis. Este filme falado (vindo do longínquo ano de 1931) acaba por ser ligeiramente inferior à obra-prima de ficção científica de 1927, apesar de uma excelente realização e de algumas boas interpretações. O argumento, sobre uma caça ao infanticida que aterroriza as ruas de Berlim, cria suspense e consegue ainda tocar em assuntos delicados, como a luta Bem vs Mal e a legitimidade das penas judiciais, mas não deixa de ser um pouco chocho. Ainda assim, não mancha a grandiosidade desta obra do cinema alemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;O Sétimo Selo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ver um filme sobre a Morte, Deus, a Peste Negra e a Idade Média não será a escolha mais sensata para ocupar uma tarde tórrida de Verão, mas a visualisação deste filme do sueco Ingmar Bergman acabou por revelar-se de mais fácil digestão do que aparentava. O regre&lt;a href="http://film.umwblogs.org/files/2009/01/seventh-seal130.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 283px; FLOAT: right; HEIGHT: 178px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://film.umwblogs.org/files/2009/01/seventh-seal130.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;sso de um cavaleiro das Cruzadas e o seu encontro com a Morte (personificada) são apenas o mote para um filme profundamente depressivo, cuja angústia provém não só do preto-e-branco em que foi filmado mas também das questões de fé levantadas pelos vários personagens que povoam o filme. Mas de maior relevo é a forma exímia com que a Bergman retrata a Idade Média, com todos os pormenores que fazem dela umas das épocas mais negras na História da Humanidade. Não é uma obra-prima, mas é um filme que dá um ligeiro murro no estômago áqueles fiés acérrimos da doutrinha católica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Trainspotting &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Poucos devem ser os filmes que retratam o mundo da droga com a ligeireza com que Trainspotting o faz. Não que o eufemize, não é esse o caso. Mas Danny Boyle (o&lt;a href="http://www.iwatchstuff.com/2007/03/15/trainspotting-sequel-porno.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 232px; FLOAT: right; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.iwatchstuff.com/2007/03/15/trainspotting-sequel-porno.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; mesmo realizador do aclamado pelas hostes Quem Quer Ser Bilionário) pega no livro homónimo de Irvine Welsh e pinta-o com muito humor e sarcasmo, ironizando a sociedade britânica dos anos 90. Sem ter medo de chocar com palavrões, cenas de sexo ou de consumo de drogas bastante feias, Trainspotting tem uma vantagem que muitos outros não conseguem atingir: toca-nos ao coração, seja graças à belíssima banda-sonora, ao desempenho de Ewan McGregor ou à mensagem que faz passar através de mil e um truques geniais. Não é tão bom como se diz por aí, mas vê-se muito bem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;As Horas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Há filmes em que o elenco é tudo. N'As Horas, é quase tudo. Ni&lt;a href="http://www.cinemacomrapadura.com.br/filmes/imgs/horas_2002_15.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 297px; FLOAT: right; HEIGHT: 200px; CURSOR: hand" border="0" alt="" src="http://www.cinemacomrapadura.com.br/filmes/imgs/horas_2002_15.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;cole Kidman, Julianne Moore, Meryl Streep, Ed Harris e o pequeno Jack Rovello são os principais responsáveis pela excelência deste filme. Passado em três épocas diferentes e debruçando-se sobre a vida de três mulheres numa gigantesca náusea, As Horas é um filme completo, inteligente e ainda assim acessível ao grande público. Kidman, vencedora de um Oscar de Melhor Actriz pela sua intepretação, está irreconhecível como uma triste Virginia Woolf; Julianne Moore, que foi nomeada para Melhor Actriz Secundária, é perfeita na sua melancolia de prisioneira do pesadelo americano; Meryl Streep, encarnação de Mrs. Dalloway (personagem de Woolf), é o retrato de uma mulher cheia de fantasmas e que lida com um difícil Ed Harris, também nomeado, como escritor bissexual a morrer de SIDA. Tudo isto se conjuga idilicamente, resultando num grandioso filme que é bem superior ao vencedor da noite dos Oscares de 2003, Chicago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Fala Com Ela&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv2VhytKTI/AAAAAAAAAOQ/eCZDmzvLSTM/s1600-h/habla.bmp"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 177px; FLOAT: right; HEIGHT: 148px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376161429905549618" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv2VhytKTI/AAAAAAAAAOQ/eCZDmzvLSTM/s200/habla.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Eis o meu primeiro Almodovar. Muito se fala da genialidade deste filme, mas não se revelou como algo de muito especial. O argumento, sobre duas mulheres em coma e suas respectivas companhias, fica muito aquém do esperado e poderia ter sido muito melhor aproveitado. Ainda assim, é algo muito fora do comum para os padrões europeus vigentes em 2002. É um bom esforço, mas não foi com este que Almodovar me convenceu. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Inimigos Públicos&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bem, que grande seca. Desde já, aprecio pouco o tipo de realização em que a câmara anda a balançar de um lado para o outro, a não ser em filmes como o Cloverfi&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv4zdv4MuI/AAAAAAAAAOg/O8vaRbS44jw/s1600-h/publicenemies.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 167px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376164143239279330" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv4zdv4MuI/AAAAAAAAAOg/O8vaRbS44jw/s320/publicenemies.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;eld e Blair Witch Pr&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv4V1ZEfoI/AAAAAAAAAOY/g03IxrC423k/s1600-h/publicenemies.jpg"&gt;&lt;/a&gt;oject, e o realizador Michael Mann faz um esforço para que esses solavancos sejam abundantes, mesmo em cena paradas. Johnny Depp está igual a si próprio, o que não é mau, mas bom também não é. Se já me tinha desiludido com o Swenney Todd, este Public Enemies não veio ajudar. Christian Bale parece que só soube fazer um bom filme na vida (American Psycho). De resto, tem-se mostrado como um novo Keanu Reeves, sem expressão, sem sentimento, sem presença. O melhor do filme é mesmo Marion Cotillard, não só porque é deliciosamente bonita mas porque oferece o melhor desempenho do elenco. Não conheço bem a história do Dillinger mas aquela faceta de Robin Hood devesse ser melhor explorada. Enfim, são duas horas e vinte muito fastidiosas e que não merecem tanta atenção como o filme anda a ter. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Up - Altamente!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Up? Altamente! (piada seca). Mas não é que a Disney voltou a surpreender? &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv5X7qIQUI/AAAAAAAAAOo/bzaexlBHNEg/s1600-h/up_still_1.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 264px; FLOAT: right; HEIGHT: 198px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376164769743520066" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv5X7qIQUI/AAAAAAAAAOo/bzaexlBHNEg/s320/up_still_1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Depois de um belíssimo WALL-E, chega-nos este delicioso filme, com um argumento menos maduro do que o da história dos robots. Ainda assim, apesar de ter um humor mais imediato para as crianças (que não vão deixar de ser o público alvo dos filmes de animação), Up ainda consegue comover - fiquei feliz por saber que não fui o único com uma lágrima ao canto do olho em determinadas cenas do filme. Animação de qualidade, humor, comoção, uma banda sonora impressionante...pode pedir-se mais? Pode. Mas Up vai ser sem dúvida um marco no cinema "de bonecos".&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-3143494427290218956?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/3143494427290218956/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=3143494427290218956&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3143494427290218956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3143494427290218956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/08/mais-cinema.html' title='Mais cinema!'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Spv2VhytKTI/AAAAAAAAAOQ/eCZDmzvLSTM/s72-c/habla.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-3782729517399710997</id><published>2009-08-06T14:35:00.010+01:00</published><updated>2009-08-06T15:56:36.064+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Cinema Paraíso</title><content type='html'>Bem, já faz um tempinho que não publico aqui nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Não quer isso dizer que me tenha dedicado apenas ao ócio e tenha posto a cultura de parte, nada disso. De facto, têm sido bastantes os filmes que tenho visto, e vou tentar dissertar um bocadinho sobre todos eles neste espaço.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Intimidade&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrrlRDsQZI/AAAAAAAAANI/Tmhq3N5omXg/s1600-h/intimacy.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 186px; FLOAT: right; HEIGHT: 132px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366860931431940498" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrrlRDsQZI/AAAAAAAAANI/Tmhq3N5omXg/s200/intimacy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Filme realizado por mãos francesas mas passado e falado em terras e língua de sua magestade. Um filme muito cru, muito europeu, a mostrar o lado negro das relações humanas. Com sexo q.b. (contém cenas de sexo não simuladas), não deverá ser considerado como um filme erótico ou pornográfico, mas sim um poderoso drama que, apesar de ser mais vazio do que o seu argumento pede, fica muito bem assente sobre grandes interpretações.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Irreversível&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se Intimidade é um filme cru, este Irreversível é completamente tártaro. Filme francês, falado e rodado em França, terá sido dos filmes mais impressionantes que já vi. Realizado ao estilo Memento (de trás para a frente), Ir&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrsN3V-zjI/AAAAAAAAANY/DcX6nQlQ2go/s1600-h/irreversible4tt8.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 142px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366861628903968306" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrsN3V-zjI/AAAAAAAAANY/DcX6nQlQ2go/s320/irreversible4tt8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;reversível são 97 minutos de uma agonia inigualável, desde os créditos iniciais até à última cena. Apesar de ser incomensuravelmente nojento, é de um rigoroso realismo, o que poderá dar ainda mais a volta ao estômago do espectador. Esmagamentos cranianos, masoquismos homossexuais e uma cena de violação que dura nove minutos fazem parte desta obra a que, quer se goste ou se deteste, não se consegue ficar indiferente. Monica Belluci e Vincent Cassel são brilhantes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;De Tanto Bater O Meu Coração Parou&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vulgarmente considerado como o grande filme francês da década, De Tanto Bater O &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrsvIfc4TI/AAAAAAAAANg/5ebJa8lVm1Y/s1600-h/de_battre_mon_coeur_s_est_arrete_2004_reference.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 274px; FLOAT: right; HEIGHT: 160px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366862200442773810" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrsvIfc4TI/AAAAAAAAANg/5ebJa8lVm1Y/s320/de_battre_mon_coeur_s_est_arrete_2004_reference.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Meu Coração Parou não consegue cumprir as suas promessas de grande obra do cinema, mostrando ser um drama com pouca substância e com uma linha condutora perigosamente difusa. Apesar de uma boa interpretação do jovem Roman Duris, este parece-me um filme sobrevalorizado, apesar de uma realização competente e de uma banda sonora ternurenta. Ainda assim, não se justificam as dez nomeações e as oito vitórias nos Césares de 2005.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;No Limite da Ilusão&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrtYl9qPgI/AAAAAAAAANo/yxc4n6sJhUI/s1600-h/large_Deception.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 243px; FLOAT: left; HEIGHT: 168px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366862912728743426" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrtYl9qPgI/AAAAAAAAANo/yxc4n6sJhUI/s320/large_Deception.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um filme com Ewan MGregor e Hugh Jackman só poderá ser muito bom. Not. No Limite da Ilusão parte de uma boa premissa, mas embrulha-se numa confusão tal que acaba por perder grande parte do seu sentido e interesse. Perde demasiado tempo em seduzir o espectador com cenas de sexo elegantemente sensuais e não apresenta um suporte para um final decepcionante. Ainda assim, seria bem melhor se no lugar de Michelle Williams estivesse Scarlet Johansson, por exemplo. Aí, a minha opinião era capaz de mudar. Bastante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gran Torino&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E quando se pensa que o cinema actual já não é capaz de nos dar verdadeiras obras-primas, eis que chega Gran Torino. Último filme de Clint Eastwood, em que é realizador, produtor e &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnruGVDpZ9I/AAAAAAAAANw/yWK4jdXTldk/s1600-h/story.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366863698464434130" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnruGVDpZ9I/AAAAAAAAANw/yWK4jdXTldk/s320/story.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;protagonista, termina com chave de ouro uma carreira repleta de êxitos. Comovente, divertido e crítico, Gran Torino é um incrível desfilar de talento: Eastwood é irrepreensível, o argumento é brilhante, a realização idem. Chocante é a sua ausência de nomeações para os Oscares, onde Quem Quer Ser Bilionário pareceria um filme de crianças. Ainda assim, é um dos grandes filmes desta década e é com ele que se pode perpetuar a ideia de que o cinema é algo de verdadeiramente maravilhoso.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Fargo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vindo directamente do ano de 1996, esta pérola dos irmãos Cohen é um filme muito próprio, não podendo ser categorizado num estilo apenas. Tanto faz rir, como nos deixa atónitos, como nos deixa a pensar. Mas a princi&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrujPL8gVI/AAAAAAAAAN4/YPEbwMw5fs8/s1600-h/fargo.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 259px; FLOAT: left; HEIGHT: 189px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5366864195104833874" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrujPL8gVI/AAAAAAAAAN4/YPEbwMw5fs8/s320/fargo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;pal reacção ao ver este filme é a de um deslumbramento perante os talentos de William H. Macy, Franes McDormand e Steve Buscemi, um trio de actores absolutamente fantástico. O Oscar recebido por Melhor Argumento Original não podia estar melhor entregue: Fargo é uma daquelas histórias impossíveis de acreditar, mas ainda assim com uma réstea de plausibilidade que não nos deixa indiferentes.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-3782729517399710997?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/3782729517399710997/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=3782729517399710997&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3782729517399710997'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3782729517399710997'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/08/cinema-paraiso.html' title='Cinema Paraíso'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SnrrlRDsQZI/AAAAAAAAANI/Tmhq3N5omXg/s72-c/intimacy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-3771064640823591115</id><published>2009-07-20T23:08:00.010+01:00</published><updated>2009-07-21T13:36:31.699+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Super Bock Super Rock Lisboa - Episódio II</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUDGjBmiLI/AAAAAAAAAMw/9yU3papNXFQ/s1600-h/img_cartaz_p.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 213px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360694342470502578" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUDGjBmiLI/AAAAAAAAAMw/9yU3papNXFQ/s320/img_cartaz_p.gif" /&gt;&lt;/a&gt; (continuação)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A vantagem de ver um concerto em cima de uma pizza&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A montagem de palco dos The Killers quase que conseguiu superar o tempo de espera pela Duffy. O público fervia de excitação enquanto que os técnicos de palco colocavam pianos espelhados, plantinhas em vasos, um sintetizador com a forma de uma luminosa letra K, tudo muito Day&amp;amp;Age. Medo. Mas os alinhamentos de outros concertos disponibilizados na Internet descansavam os que, como eu, temiam um concerto baseado neste último albúm. Pouco tempo depois, os The Killers iriam cumprir esses alinhamentos e aliviar muitos nervos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Numa completa escuridão e sob um burburinho gigantesco, a banda de Las Vegas entrou triunfante no palco, perante um explosivo entusiasmo do estádio do Restelo. Sem mais perdas de tempo, Human abre o concerto. Por muito que se desgoste deste último trabalho da banda de Brandon Flowers, Human, à semelhança das músicas de Duffy, é uma música inevitável pela sua massiva transmissão radiofónica. Por isso, não é difícil explicar a alegria e os saltos na interpretação de um dos singles mais fraquinhos da curta história dos The Killers. A este hit seguiu-se outra canção de Day&amp;amp;Age, This Is Your Life. Ainda que com me&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUCECSebdI/AAAAAAAAAMY/MI8LFLq3pY8/s1600-h/killers4-fd27.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 231px; FLOAT: right; HEIGHT: 374px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360693199811538386" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUCECSebdI/AAAAAAAAAMY/MI8LFLq3pY8/s320/killers4-fd27.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;nos animação, esta música não fez esmorecer o público, que transformava a zona perto da grade no Inferno na Terra. Depois desta dupla introdução do novo albúm e de umas palavras em português, um dos momentos da noite inicia-se num completo frenesim: empurrões, gritos, braços no ar antecedem a Somebody Told Me, a verdadeira culpada pelas minhas dores musculares que ainda dois dias depois me dão trabalho. A representar Hot Fuss em grande estilo, a provavelmente mais popular canção dos americanos fez o Restelo capitular perante o gigantesco poder da banda. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E por razões desconhecidas, as músicas de Sam's Town (o melhor albúm da banda, na minha opinião) não tiveram o impacto esperado no público. Alguns saltaram e cantaram com Brandon, que se ia balançando pelo palco já depois de tirar as plumas do seu casaco, mas For Reasons Unknown (um hino!) passou ao lado de muita gente. Pelo contrário, desenxabida The World We Live In colheu cânticos e saltinhos de quase toda a gente. Ficava provado que Day&amp;amp;Age foi o albúm que aproximou os The Killers do grande público e que levou muitas pessoas a irem ao Restelo naquela noite.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enquanto tocava outra canção do registo mais recente da discografia da banda, Joy Ride, apercebi-me que graças aos empurrões e saltos, me situava agora sobre uma superfície esponjosa e mole. Vomitado? É bem provável, e foi a hipótese mais aceite pelas minhas companhias. Enquanto o povo lisboeta não se mexia muito, tentei ver com a luz do telemóvel o que se encontrava debaixo dos meus pés: era uma pizza. Quase inteira, virada para baixo. Não pude deixar de escapar um pensamento profundo: "ESTOU A VER THE KILLERS EM CIMA DE UMA PIZZA, A MINHA VIDA GANHOU SENTIDO". Entretanto, Duffy e uma das suas coristas sentavam-se junto ao palco a ver o espetáculo que não deram e a recepção que não tiveram, mas sem tirar o sorriso dos lábios. &lt;/div&gt;Pelo palco foram passando Shadowplay (cover dos Joy Division), Bling (Confession of a King), Smile Like You Mean It, mas o público, apesar de ainda extasiado por ter à frente uma das melhores bandas no panorama musical actual, não reagia da forma que as canções pediam. Por outro lado, reagiu exageradamente a um single que não merece metade do crédito que lhe é dado. Depois de uma explosiva Spacemen, o estádio do Restelo entoou ainda os "oh-oh"'s da canção, aplaudindo e uiva&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUD2RCs_OI/AAAAAAAAAM4/Zx2NP_PLTxM/s1600-h/killers3-896e.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360695162277002466" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUD2RCs_OI/AAAAAAAAAM4/Zx2NP_PLTxM/s320/killers3-896e.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;ndo. E Brandon Flowers, de sorriso nos lábios, prepara a maior patetice do concerto: Spacemen iria ser tocada outra vez. Embora alguns (como eu) tenham ficado atónitos com a repetição de uma canção "menor" da banda, a maior parte do público ficou surpreendemente feliz com esta decisão. São escolhas, mas foi uma escolha bastante infeliz, já que iria custar ao alinhamento a magistral Bones.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois de mais uma canção nova, A Dustland Fairytale, os The Killers recuaram na sua discografia, trazendo ao palco Mr. Brightside, Read My Mind e All These Things I've Done. A primeira foi recebida de forma explosiva por muita gente, não fosse a canção uma das pérolas do albúm debutante da banda. Read My Mind, numa roupagem mais suave que a sua versão em Sam's Town, teve algum impacto, mas não o suficiente para suportar a sua genialidade. Ainda assim, proporcionou um momento bastante emotivo para uma jovem que, sentada aos ombros de um amigo, levantava um cartaz que dizia "Can You Really Read My Mind?". A meio da canção, Brandon sorriu-lhe e disse "Yes, I can really read your mind!". Do outro lado, um compreensivo grito histérico satisfez a vista e o coração daqueles que rodeavam a rapariga. O concerto não tinha acabado, mas seria de certeza para recordar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;All These Things I've Done foi muito bem recebida, em especial no segmento de "I've got soul but I'm not a soldier", que os milhares presentes no recinto fizeram questão de acompanhar. No final da música, a banda sai de palco sem uma despedida, sinal claríssimo de um encore. O público vai continuando a cantoria da noite anterior e repete tenebrosamente os "oh-oh"'s de Spacemen. Uns minutinhos depois, a banda regressa: baterista atrás, do lado direito; baixista à frente, lado direito; Bradon ao centro, embora com variações para a esquerda ou para a direita constante a agitação do público; o gui&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUBnavp3YI/AAAAAAAAAMQ/LLg_VIJJT-A/s1600-h/killers5-3b34.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360692708160167298" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUBnavp3YI/AAAAAAAAAMQ/LLg_VIJJT-A/s320/killers5-3b34.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;tarrista, do lado esquerdo, com uma excelente presença, chegando a subir para as colunas para dar uma espécie de solo com um sincero sorriso nos lábios, sob os aplausos dos que estavam por lá perto. À entrada do encore, o suor era mais que muito, a pizza por baixo dos meus pés estava cada vez mais escorregadia, os líquidos faziam falta, mas o ânimo, esse estava em alta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Infelizmente, não tardou a descer. O tema inicial do encore foi o pateta I Can't Stay, num ritmo tropical que deixou o os fãs mais vulneráveis ao vento que se fazia sentir. Apercebendo-se de que o resultado não fora o melhor, depressa passam para Jenny Was a Friend Of Mine, bastante mais bem recebida. No final desta penúltima canção, ouvia-se frequentemente "Bones! Bones!", mas o tema que acabou por encerrar o concerto foi o não menos brilhante When You Were Young, a faixa mais bem recebida de Sam's Town. A loucura misturava-se com um leve sentimento de tristeza, pois o concerto estava na sua recta final. Os The Killers despediam-se da melhor forma de Lisboa, com a promessa de voltarem em muito menos tempo do que o que os portugueses esperaram para os ver pela primeira vez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A banda sai, as luzes apagam-se, o público começa a mexer. O Super Bock Super Rock chegava ao fim, num dos cartazes mais atribulados da história do festival. Os cabeça de cartaz do acto lisboeta deram o melhor concerto, um dos melhores do ano em Portugal. Mas apesar de terem passado por grandes êxitos, de terem incitado ao movimento e de terem presenteado o público com explosões e fogo de artifício, fica-se com a sensação que um concerto de The Killers poderia ter sido muito mais, e não o foi. Fica um vazio inexplicável para preencher aquando de um concerto em nome próprio em terras lusas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sobre o resto da noite, muito mais haveria a falar: t-shits, dores gástricas, gripe A, viagens a pé, viagens de táxi, tentativas de homicídio, lenhadores, e muito mais. Mas embora me façam recordar de um dos melhores dias da minha vida, não são coisas dignas de aparecerem neste blog e saber da vida alheia nunca ficou bem a ninguém. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Fotos: fotógrafo oficial da banda&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-3771064640823591115?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/3771064640823591115/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=3771064640823591115&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3771064640823591115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3771064640823591115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/07/super-bock-super-rock-lisboa-episodio.html' title='Super Bock Super Rock Lisboa - Episódio II'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmUDGjBmiLI/AAAAAAAAAMw/9yU3papNXFQ/s72-c/img_cartaz_p.gif' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8252793428530737599</id><published>2009-07-19T13:40:00.012+01:00</published><updated>2009-07-20T02:40:03.177+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Super Bock Super Rock Lisboa - Episódio I</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPI91F7q9I/AAAAAAAAAMI/-t_pseKURzI/s1600-h/img_cartaz_p.gif"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 213px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360348946050558930" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPI91F7q9I/AAAAAAAAAMI/-t_pseKURzI/s320/img_cartaz_p.gif" /&gt;&lt;/a&gt; O estádio do Restelo acolheu ontem, dia 18 de Julho, muito mais do que a primeira vinda a Portugal de The Killers e Duffy. Acolheu a minha primeira ida a um festival, o que por si só, já dá algum prestígio ao evento por quem ninguém dava nada e que foi alvo de chacota desde o dia em cartaz foi divulgado. Depois de um primeiro acto desastroso no estádio do Bessa com o cancelamento de Depeche Mode e com um cartaz pobre em alternativas, o Super Bock Super Rock redimiu-se por terras alfacinhas, onde apesar dos agoiros, conseguiu dar um bom espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A estória de Brandy&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Chegado já mais de uma hora depois da abertura das portas e com a despedida distante dos The Walkmen lá ao longe no palco, o primeiro concerto integral que assisti foi o de Brandy Carlisle. Este nome, já bastante batido por terras lusas (ela própria afirmou ser a sua quarta vez em Portugal), foi recebido por pouca gente, já que muitos repousavam no chão à espera de algo que lhes agradasse mais ou se entregavam ao gáudio de tentar entrar no Mini-Cooper com mais vinte pessoas ou ao tentar uma postura de Hit Artist numa tenda de karaoke. &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPHkkovL0I/AAAAAAAAALw/tRBFXUbh-Bg/s1600-h/rc72735ritacarmo-c0fb.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360347412624781122" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPHkkovL0I/AAAAAAAAALw/tRBFXUbh-Bg/s320/rc72735ritacarmo-c0fb.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Com apenas uma música a conseguir entrar nos tops portugueses, estava claro que para além de The Story, Brandy não iria arrancar ovações de mais nenhuma das suas canções. Apostar em covers era o mais sensato, e assim aconteceu. Com uma Creep adaptada ao seu estilo de voz (e a anos-luz de Thom Yorke e companhia), conseguiu algum coro e aplausos mais fortes. Seguiu-se a sua preciosidade, The Story, a fazer cantar o ainda disperso Restelo. Depois de uma tentativa de interagir com o público (o maior para o qual a artista tocou, confidenciou), seguiu-se o country de Johny Cash para fazer dançar e levantar o rabo a alguns preguiçosos que ainda se mantinham prostrados no chão. E como o estômago já parecia colar-se às costas, deixei Brandy para trás para ir para uma interminável fila de uma banca de comida israelita. Um cheiro a carne assada e molho subia pelo ar, enchendo-me os pulmões de júbilo; ao longe, Brandy entoava "Hallelujah", versão de Leonard Cohen. Era o fim do concerto, e tudo parecia fazer sentido.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Os suecos dão-nos fogo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A saída para jantar custou-me o lugar com uma visiblidade bastante aceitável, mas ver o palco não alimenta ninguém. Depois de um kebab de frango (que cheirava muito melhor do que sabia), lá ocupei um lugar para ver Mando Diao, que me cativaram há uns meses atrás com Dance With Somebody, a sua música mais conhecida do grande público. Pela pequena multidão que já se amontoava junto do palco, aqui e ali surgiam já alguns fãs da banda, que deliravam tudo o das colunas saía. O que os Mando Di&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPHzm4bcgI/AAAAAAAAAL4/JAjxSgJwXho/s1600-h/rc72844ritacarmo-7e87.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; FLOAT: left; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360347670925505026" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPHzm4bcgI/AAAAAAAAAL4/JAjxSgJwXho/s320/rc72844ritacarmo-7e87.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;ao proporcionaram foi um fim de tarde electrizante, cheio de energia e boa disposição. Apesar de ser a sua segunda vez em Portugal, foram tratados como estreantes, provocando umas pequenas amostras de moches aquando das canções mais frenéticas.&lt;br /&gt;Das vozes femininas ouvia-se frequentemente "ai que pão", "ele é tão giro" e outros comentários carregados de hormonas em êxtase, mas depressa se desvanceram com uma parte mais acústica do concerto. E se há muito se via um cartaz junto à grade dizendo "Remember M. Jackson", os Mando Diao fizeram questão de o lembrar, ao homem que "viverá para sempre, mesmo quando o seu coração pára". Foi um belo momento, não tão emocionante quanto a ocasião pedia, mas as homenagens ao rei da pop não se ficariam por aqui.&lt;br /&gt;Até ao final do concerto, a energia voltou e os saltos também: Give Me Fire, Gloria e Dance With Somebody fizeram Lissabon feliz e bastante satisfeita com a prestação destes quase-desconhecidos.&lt;br /&gt;E numa nota pessoal, ir jantar até me fez bem, a transição do lado direito para o lado esquerdo do palco traduziu-se numa melhor visibilidade para este metro e oitenta e tal de gente, bem pertinho das grades. Um bom presságio para os cabeças de cartaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Piedade!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo de espera pelo concerto da Duffy foi longo o suficiente para que o estádio do Restelo se compusesse melhor. Junto ao palco já se estava mais apertado, as bandoletes verdes brilhantes povoavam os crânios com maior frequência, o cheiro a suor era um pouco mais intenso. A ambientar a espera, ora anúncios ora música da RFM, que não vingou junto do público, à excepção de I Was Born To Love You, dos meus predilectos Queen, que sempre conseguiram que um ténue coro se ouvisse na noite de Belém. O vento, que os metereologistas prometiam ser forte, não se fazia sentir, mas o ar sentia-se que estava embebido num incomensurável receio do que estava para vir. O calor, esse era forte, mas em breve o público do Restelo se apresentaria frio, gelado.&lt;br /&gt;A entrada apoteótica de Duffy só o foi junto da sua banda. Fora alguns apupos a umas pernas deliciosamente despidas, a galesa não recebeu um bom feedback dos portugueses (e espanhóis, muitos espanhóis). O ruído da primeira música começou logo a puxar lágrimas áqueles que sabiam que o concerto estava programado para uma hora e meia.&lt;br /&gt;Depois de tentar o português de forma mais ou menos satisfatória, Duffy embarcou numa viagem pelo seu galardoado Rockferry. As músicas eram-me completamente desconhecidas e só me aumentavam as dores musculares que adquirira no concerto anterior. Poucos eram os que &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPISJthIDI/AAAAAAAAAMA/IjR7Fbwz-A4/s1600-h/rc73059ritacarmo-2c29.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 320px; FLOAT: right; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360348195671056434" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPISJthIDI/AAAAAAAAAMA/IjR7Fbwz-A4/s320/rc73059ritacarmo-2c29.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;conseguiam usufruir da presença da dona dos olhos mais bonitos que passaram por aquele palco. Com Rain On Your Parade sentiu-se um pouco mais de animação, mas nada de extraordinário. Só quando Warrick Avenue surgiu na sua voz é que se sentiu que afinal havia gente atenta ao concerto. Por mero gozo (o meu caso) ou por gosto pessoal, o público cantou com Duffy este incontornável single das nossas rádios nacionais. Braços no ar, sorrisos nos lábios: de facto, as aparências iludem, o que a maior parte do público implorava era por piedade. Chegou a ouvir-se "só mais uma" a meio do concerto.&lt;br /&gt;No entanto, ainda foram umas quatro músicas antes do grande final, a tão desejada Mercy, essa sim, capaz de fazer dançar o maior rocker do recinto, de certo contagiado com o espírito galhofeiro que se fazia sentir. "Vamos dançar?", pedia ela. Com certeza; movimentos da década de 70 e simples abanar de corpos faziam mexer os milhares de pessoas que esperavam ansiosas pelos The Killers e que sofriam que nem Cristo na cruz ao ouvir esta mal-amada artista. Mercy marcou o final do concerto, meia hora antes do previsto. E apesar de muitos aplausos se ouvirem, não foi bem graças ao concerto, onde Duffy até mostrou uns dotes vocais jeitosos, mas sim ao alívio de ter acabado. É considerado de forma quase unânime como o pior do festival, mas quero acreditar que podia ter sido pior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espera pelos The Killers acabou por ser a maior de todas. Com a forte pressão de trás, os empurrões multiplicavam-se e os mais baixinhos iam soltando lamúrios vãos. A música da RFM era sempre a mesma, os preparativos para o concerto demoravam demasiado tempo até que se fez silêncio no estádio. Nas publicidades da Super Bock junto ao palco, lia-se agora a palavra Thriller. Era de esperar: o tema com o mesmo nome de Michael Jackson soou pelo recinto acompanhado de aplausos e "ooooh"'s de entusiasmo. Publicidades à cerveja do festival apareciam nos ecrans com nomes de músicas do "Wacko Jacko", falecido no passado dia 25. Também Smooth Criminal se fez ouvir e depois pôde ler-se o que já se esperava e o que era merecido: o Super Bock Super Rock prestava homenagem ao rei da pop. A iniciativa colheu aplausos de um muito bem composto estádio. Foi um dos mais belos momentos da noite. Daí a minutos, começaria um dos melhores concertos em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(continua...) &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;em&gt;Fotos de: Rita Carmo/Espanta Espíritos&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8252793428530737599?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8252793428530737599/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8252793428530737599&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8252793428530737599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8252793428530737599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/07/super-bock-super-rock-lisboa-episodio-i.html' title='Super Bock Super Rock Lisboa - Episódio I'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SmPI91F7q9I/AAAAAAAAAMI/-t_pseKURzI/s72-c/img_cartaz_p.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-7826286220647962329</id><published>2009-07-05T15:51:00.005+01:00</published><updated>2009-07-05T17:15:59.951+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>A Metamorfose de Yann Tiersen</title><content type='html'>&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 219px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355008727925246226" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SlDQEOUZyRI/AAAAAAAAALY/EOoCIEo90Sc/s320/yanntiersen09_mupiB_v2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para começar, porque não ver um video de uma actuação ao vivo de Yann Tiersen, com a música Rue des Cascades, do albúm homónimo de 96?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="200" height="100"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-UG9CFVhtF0&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999&amp;amp;hd=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-UG9CFVhtF0&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="200" height="100"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Era isto que muitos esperavam quando compraram um bilhete para o concerto de Yann Tiersen no CAE da Figueira da Foz. Mas o que encontraram foi isto:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="200" height="100"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4TW_OSAHbLo&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;color1=0x3a3a3a&amp;amp;color2=0x999999&amp;amp;hd=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4TW_OSAHbLo&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;color1=0x3a3a3a&amp;color2=0x999999&amp;hd=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="200" height="100"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este último vídeo, uma compilação de vários momentos num concerto na Catalunha no passado dia 1, é quase como um resumo do que se passou ontem, dia 4, no Grande Auditório do Centro de Artes e Espetáculos. A calma, o classicismo, a melancolia típicas de Yann Tiersen &lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SlDQTwsYIsI/AAAAAAAAALg/MsANPHZ1oSw/s1600-h/YannTiersen-2.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 213px; FLOAT: right; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355008994850644674" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SlDQTwsYIsI/AAAAAAAAALg/MsANPHZ1oSw/s320/YannTiersen-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;estiveram extraordináriamente tímidas num concerto que primou pelo frenesim de luzes e ruídos.&lt;br /&gt;Em quase duas horas de concerto, não houve espaços para valsas de Amélie nem verões de 78. Os temas mais conhecidos do artista francês, famoso principalmente pelas bandas sonoras de "O Fabuloso Destino de Amélie" e "Adeus, Lenine!", ficaram de fora de um alinhamento que desde o início prometia ser diferente. O acordeão, nem vê-lo; o violino, escondido entre a parafernália do palco; o piano substituído por dois sintetizadores. Bastou que Yann, depois de um tímido "Good Evening", começasse a tocar a sua guitarra elétrica para que se vissem bastantes narizes a torcerem-se por entre um esgotadíssimo auditório. Canção após canção, o francês, acompanhado por uma banda de luxo, não largava a guitarra e por entre os aplausos da maioria do público presente, era possível ver aborrecidos braços cruzados e semblantes de penoso enfado.&lt;br /&gt;Apesar de o concerto se debruçar sobre as músicas do novo albúm de Tiersen, ele acabou por não resistir a pegar no violino e tocar "Sur le Fil", que arrancou o júbilo da plateia. Ainda assim, momentos houve em que os sintetizadores se apresentavam ácidos ao máximo, em que a guitarra louca&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SlDQ9cbTPhI/AAAAAAAAALo/ubKw_fa638s/s1600-h/Yann%2BTiersen%2BYann.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 213px; FLOAT: left; HEIGHT: 324px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355009710964817426" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SlDQ9cbTPhI/AAAAAAAAALo/ubKw_fa638s/s320/Yann%2BTiersen%2BYann.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;mente gemia, em que a bateria se apresentava embriagada e o baixo prestes a partir-se na mão do seu intérprete, tudo sob uma luz febril e intermitente e com Yann deitado no chão a arrancar fortíssimos agudos da sua guitarra. Foram muito provavelmente estes momentos que fizeram com que vergonhosamente algumas pessoas abandonassem os seus lugares (incluíndo de primeira fila!) e saíssem da sala.&lt;br /&gt;Yann Tiersen apresentou-se à Figueira da Foz como um artista que não aceita submeter-se a um estilo musical. Será estranho imaginar que o mesmo homem que compôs a belíssima "Comptine d'Un Autre Été" é capaz de escrever coisas não menos belas como "I know you know we're all falling into a deep oblivion/ I know you know we're all falling into a neverending mess/(...)Please let's get undressed, /we need to live it and sing: /fuck me, fuck me, fuck me/you make me come again,/ you make me come again/(...)you make me love again .". No entanto, esta metamorfose para o rock, embora não tão bem aceite pelo público, pareceu-me a mim bem sucedida e mal posso esperar pelo próximo albúm do francês.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-7826286220647962329?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/7826286220647962329/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=7826286220647962329&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/7826286220647962329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/7826286220647962329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/07/metamorfose-de-yann-tiersen.html' title='A Metamorfose de Yann Tiersen'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SlDQEOUZyRI/AAAAAAAAALY/EOoCIEo90Sc/s72-c/yanntiersen09_mupiB_v2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8287319285203069800</id><published>2009-06-29T03:26:00.010+01:00</published><updated>2009-06-29T12:25:12.681+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>As Mortes em Veneza</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Skgn1tD0F1I/AAAAAAAAAK4/_bPr8iyNBbc/s1600-h/51E699FAMYL.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 205px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352571960711976786" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Skgn1tD0F1I/AAAAAAAAAK4/_bPr8iyNBbc/s320/51E699FAMYL.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obra-prima do escritor alemão Thomas Mann, "A Morte em Veneza" tornou-se um dos livros mais populares do século XX, apesar do tema um tanto controverso. Esta novela&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkiizGZaGAI/AAAAAAAAALA/TrNsY17ELhg/s1600-h/Death%2520in%2520Venice3.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 216px; FLOAT: right; HEIGHT: 168px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352707155904043010" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkiizGZaGAI/AAAAAAAAALA/TrNsY17ELhg/s320/Death%2520in%2520Venice3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; fala-nos da viagem de um escritor consagrado, de nome Aschenbach, a Veneza e do fascínio que dele se apodera por um jovem polaco. O quinquagenário alemão vê o adolescente pela primeira vez na sala de refeições do hotel em que os dois estão hospedados, e desde logo se deixa enfeitiçar pela sua beleza extraordinária, interessando-se de forma duvidosa por esta personagem. Mas depressa este interesse se torna numa autêntica obsessão, fazendo com que Aschenbach siga Tadzio por todo o lado, esquecendo a sua condição de homem respeitável e ignorando vários indícios de uma iminente tragédia: a sua saúde frágil, o denso nevoeiro vindo de África, o intenso cheiro a desinfectante pelas ruas de Veneza. No final, esta busca louca e cega pela beleza de Tadzio termina tragicamente, da maneira que o título sugere.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Apesar de se mostrar como uma simples história de um amor homossexual, "A Morte em Veneza" é muit&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkijNfXdmgI/AAAAAAAAALI/-v9NWeJJ3a0/s1600-h/2339821477_65f3b78f09.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 242px; FLOAT: left; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352707609283369474" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkijNfXdmgI/AAAAAAAAALI/-v9NWeJJ3a0/s320/2339821477_65f3b78f09.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;o mais do que a vista alcança. Apesar de alguns aspectos referentes à mitologia, que tornam esta novela muito mais interessante, me terem passado ao lado, algo que se poderá espremer das páginas deste livro é uma atracção não só física (até porque as personagens nunca se falam ou tocam), não só sexual (embora exista libido) mas sim uma atracção por um ideal; mais do que desejar Tadzio, Aschenbach deseja a sua incomensurável beleza, deseja o belo que lhe parece tão inatingível. E por isso este livro é tão apreciado, pelo seu debate filosófico e ético, que muita vezes me escapou entre o vocabulário pesado, embora rico, de Thomas Mann. O escritor, que sabemos agora ter sido homossexual, compõe uma novela um tanto maçuda, de palavras sonolentas e discursos bocejadores, o que me fez demorar mais tempo do que devia neste livro. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Do livro de 1912, surge o filme em 1971, uma materialização da novela que surge bem mais agradável, apesar de ser ainda bastante pesada. Fora a mudança da profissão de Aschenbach de escritor para compositor, poucas são as mudanças feitas na adaptação ao cinema da obra&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Skijq6eapYI/AAAAAAAAALQ/wxchpRtwZWI/s1600-h/c26869-b.jpg"&gt;&lt;img style="MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 276px; FLOAT: right; HEIGHT: 184px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352708114776499586" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Skijq6eapYI/AAAAAAAAALQ/wxchpRtwZWI/s320/c26869-b.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;-alemã. A música é elemento fortíssimo, a realização é irrepreensível, assim como o elenco: Dick Bogarde é o rosto do desespero e&lt;span style="color:#333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Björn Andrésen, como Tadzio, foi considerado como o mais belo rapaz do mundo. Com menos líbido e mais filosofia, "A Morte em Veneza" é um clássico ora subvalorizado por uns, ora sobrevalorizado por outros. Fiquemo-nos num bom filme, que lida com um tema deveras estranho como se fosse algo tão natural como uma paixão exacerbada do mesmo romantismo de "Amor de Perdição".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8287319285203069800?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8287319285203069800/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8287319285203069800&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8287319285203069800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8287319285203069800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/as-mortes-em-veneza.html' title='As Mortes em Veneza'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Skgn1tD0F1I/AAAAAAAAAK4/_bPr8iyNBbc/s72-c/51E699FAMYL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-3447370190838508161</id><published>2009-06-26T01:01:00.004+01:00</published><updated>2009-06-26T01:23:20.431+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>Smooth Criminal</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkQUb0NsPuI/AAAAAAAAAKQ/fAn9H6B1a7w/s1600-h/mj_kid.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; DISPLAY: block; HEIGHT: 275px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351424725328084706" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkQUb0NsPuI/AAAAAAAAAKQ/fAn9H6B1a7w/s320/mj_kid.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Morreu Michael Jackson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Num momento de luto para toda a música, qualquer palavra será demais. Ouçamos então o rei, num dos melhores momentos da sua carreira, IMO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="480" height="348"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.dailymotion.com/swf/x2q8wc_michael-jackson-beat-it_music&amp;amp;related=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.dailymotion.com/swf/x2q8wc_michael-jackson-beat-it_music&amp;related=1" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="348" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-3447370190838508161?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/3447370190838508161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=3447370190838508161&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3447370190838508161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3447370190838508161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/smooth-criminal.html' title='Smooth Criminal'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkQUb0NsPuI/AAAAAAAAAKQ/fAn9H6B1a7w/s72-c/mj_kid.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5587193746117981106</id><published>2009-06-24T17:27:00.008+01:00</published><updated>2009-06-24T18:03:54.544+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>'Tá a gravar!</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJZs8N_3dI/AAAAAAAAAJg/nonW6cLapcU/s1600-h/rec_velha.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJZCdYswvI/AAAAAAAAAJY/7CwdPkxHJIs/s1600-h/rec1.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 227px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350937206052406002" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJZCdYswvI/AAAAAAAAAJY/7CwdPkxHJIs/s320/rec1.bmp" /&gt;&lt;/a&gt; A experiência é suficiente para nos ensinar que um filme de terror à noite equivale quase sempre a uma noite de insónias e a um medo irracional até do piaçaba da casa-de-banho. Mas é preciso reconhecer que admiramos muito mais a grandiosidade de um filme como Psycho &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJZs8N_3dI/AAAAAAAAAJg/nonW6cLapcU/s1600-h/rec_velha.jpg"&gt;&lt;/a&gt;de Alfred Hitchcock numa noite tempestuosa do que numa tarde soalheira. Por isso, ontem por essa meia noite, viu-se "[REC]", um filme espanhol considerado por muitos como um dos melhores exemplares do cinema de terror moderno.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O filme segue a linha de "Nome de Código: Cloverfield", ou seja, o que o espectador vê são as imagens gravadas por uma câmara de televisão, sem grandes planos nem montagens bonitas. E porquê assim? Porque a história é a de uma reporter de uma televisão local que tem como missão acompanhar uma noite dos bombeiros de Barcelona. Qu&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJaAW8qWfI/AAAAAAAAAJo/ri3nT1wKIJs/s1600-h/rec2.jpg"&gt;&lt;/a&gt;ando estes recebem uma chamada que pede ajuda a uma pessoa que se encontra fechada em casa, a equipa de televisão vai com dois dos bombeiros, mas as coisas não são tão simples como parecem. Depois de uma velhinha maníaca desatar à dentada a um polícia e de um bombeiro cair misteriosamente do primeiro andar onde vive a senhora, o prédio é isolado pelas autoridades sanitárias e a partir daí, desenrola-se uma carnificina frenética e enigmática, que culmina em cenas aterra&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJaeoVAEvI/AAAAAAAAAJw/yg3NkQGJJ-E/s1600-h/rec05.jpg"&gt;&lt;/a&gt;doras de camera nocturna.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal como em "Cloverfield", o medo deste filme torna-se muito mais real graças à maneira como é realizado. Apesar de alguns clichés, é um filme incrível que, em confidência vos digo, me fez levantar o rabo do sofá mais do que uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 180px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350939496375192978" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJbHxgNDZI/AAAAAAAAAJ4/k4l8jTdmgh8/s320/rec-3.jpg" /&gt; &lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350940162451607602" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJbui1MkDI/AAAAAAAAAKA/3i3to2b3iA0/s320/rec2.jpg" /&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 224px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350940532865894978" border="0" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJcEGu2CkI/AAAAAAAAAKI/LiIzB6xXRN8/s320/rec05.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5587193746117981106?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5587193746117981106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5587193746117981106&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5587193746117981106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5587193746117981106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/ta-gravar.html' title='&apos;Tá a gravar!'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJZCdYswvI/AAAAAAAAAJY/7CwdPkxHJIs/s72-c/rec1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8048891817402773889</id><published>2009-06-24T17:03:00.004+01:00</published><updated>2009-06-24T17:25:38.205+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>Hollywood Beginning</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJSnH4sMrI/AAAAAAAAAJQ/VHmudIVf-LM/s1600-h/whats-up-tiger-lily.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350930139354772146" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJSnH4sMrI/AAAAAAAAAJQ/VHmudIVf-LM/s320/whats-up-tiger-lily.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O videoclube de um serviço de televisão cujo nome é composto pelas letras M, E e O (é melhor assim, não me vão acusar de publicidade...) está a crescer significativamente não só em quantidade mas também em qualidade. Já com uma secção de Filmes de Culto e outra dedicada a Alfred Hitchcock, foi com muita surpresa que encontrei ontem "What's Up, Tiger Lily?", o primeiro filme realizado pelo mestre Woody Allen. Realizado...é como quem diz. Este filme não é mais do que uma edição de cenas de um wannabe japonês de James Bond dobrado pelo argumento de Woody Allen, que se transforma numa comédia agradável. As cenas de acção japonesas a roçar o ridículo também ajudam ao cómico do filme, mas é sem dúvida o humor de Allen (mais presente na sua literatura do que nos seus filmes) que dá valor a este filme. Algumas citações:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;High Macha Of Rashpur:&lt;/em&gt; They kill, they maim and they call information for numbers they could easily look up in the book.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;High Macha Of Rashpur:&lt;/em&gt; Good afternoon. I am the Grand Exalted High Macha of Raspur, a nonexistent but real-sounding country.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Phil Moscowitz:&lt;/em&gt; Uh-huh.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;High Macha Of Rashpur:&lt;/em&gt; Yes. We're on a waiting list. As soon as there's an opening on the map, we're next.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;High Macha Of Rashpur:&lt;/em&gt; [displaying a printed floor plan] This is Shepherd Wong's home.&lt;br /&gt;Phil Moscowitz: He lives in that piece of paper?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;High Macha Of Rashpur:&lt;/em&gt; It is written, "he who makes the best egg salad shall rule over heaven and earth." Don't ask me why egg salad - I've got enough aggravation. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Lá mais para o meio começa a ficar um pouco maçador, mas a pouca experiência desculpa. E mais do que um motivo de gargalhadas, devemos olhar para este filme como o início de algo maravilhoso...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8048891817402773889?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8048891817402773889/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8048891817402773889&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8048891817402773889'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8048891817402773889'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/hollywood-beginning.html' title='Hollywood Beginning'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SkJSnH4sMrI/AAAAAAAAAJQ/VHmudIVf-LM/s72-c/whats-up-tiger-lily.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8035035850322489318</id><published>2009-06-21T00:47:00.003+01:00</published><updated>2009-06-21T02:15:06.781+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>L'heure d'été</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Começa hoje oficialmente a estação estival, o verão(com V minúsculo, como manda o novo acordo). Não me agrada tanto como agrada a cerca de 95% da população, que anda numa euforia histérica para poder ir para a praia. No entanto, esta estação inspirou algumas das melhores peças da música: não falando dos inquestionáveis clássicos "Eu Gosto É Do Verão" dos Fúria do Açúcar, do "Baile de Verão", de José Malhoa e do mítico "Azar na Praia" de Nel Monteiro, os crepúsculos tardios, as horas tórridas e a agitação nocturna do Verão foram a inspiração de grandiosos artistas, de Vivaldi a Animal Collective, passando por Janis Joplin e Pink Floyd.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O "Verão" de Vivaldi, presente nas suas Quatro Estações, não será a melhor obra a reflectir o frenetismo da estação. Os violinos barrocos invocam com maior convicção a melancolia dos dias de chuva quentes do que as tardes longas e solarengas de Julho e Agosto. Parte da música foi aproveitada para Vanessa Mae obter o sucesso internacional com a sua &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=JqkFgeBFTWU"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;"Storm".&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yY2Ugpst9VY&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yY2Ugpst9VY&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uns aninhos depois (244, para ser preciso), Janis Joplin encanta em Estocolmo no febril ano de 1969. Desta actuação, importa referir como a rispidez da voz da americana soa tão melodiosa junto à banda que a acompanha neste "Summertime". Por momentos, até esquecemos a face bexigosa de Joplin e a música soa mais sensual do que cantada pela deliciosa Scarlet Johansson. Janis morreria cerca de um ano depois desta actuação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/mzNEgcqWDG4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/mzNEgcqWDG4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Embora se refira ao verão de 1968, esta música floydiana foi editada em 1970 no albúm Atom Heart Mother. Uma composição do já falecido Rick Wright, em que o próprio toma as rédeas dos vocais, "Summer '68" fala-nos de um one-night-stand, tão vulgar nesta estação, que não segue o modelo de "amores de verão enterram-se na areia". Apesar de falar do encontro com algum desprezo, nota-se uma certa saudade tanto nas palavras como nos teclados do senhor Wright. Inclui também partes da colossal "Atom Heart Mother", canção que dá título ao albúm. &lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8Ops2nNSVa4&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8Ops2nNSVa4&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;Por último, uma canção bem mais recente. Retirada de Merriweather Post Pavillion, "Summertime Clothes" é a canção que mais me chamou à atenção do último albúm dos Animal Collective. Com uma letra capaz de nos deixar com um sorriso nos lábios e um ritmo incrivelmente bem-disposto, os eletrónicos nova-iorquinos relatam-nos o verão moderno, coberto de insónias, humidade e de um enérgico palpitar da vida nocturna das cidades.&lt;object width="480" height="295"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/GxhaRgJUMl8&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/GxhaRgJUMl8&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="295"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;De lembrar ainda que este ano, Portugal contará com mais de 30 festivais de verão, oportunidade mais que suficiente para pôr a música em dia. Há para todos os gostos, de Metallica a Black Eyed Peas (no mesmo festival), de Lily Allen a Faith No More, passando por Mariza (também no mesmo festival), entre muitos outros. É de aproveitar.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;A todos, um óptimo verão, com boa música, bons filmes e bons livros (yeah, right...)&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8035035850322489318?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8035035850322489318/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8035035850322489318&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8035035850322489318'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8035035850322489318'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/lheure-dete.html' title='L&apos;heure d&apos;été'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-1932004427383090812</id><published>2009-06-16T00:34:00.003+01:00</published><updated>2009-06-16T01:50:50.280+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>We (L) Susan Boyle</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sjbr2-POy8I/AAAAAAAAAJI/n-M14iYK9e4/s1600-h/susy.bmp"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 226px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5347720937201388482" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sjbr2-POy8I/AAAAAAAAAJI/n-M14iYK9e4/s320/susy.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O conto de fadas de Susan Boyle começou a 11 de Abril, data em que subiu ao palco do programa Britain's Got Talent (que lançou a carreira de Paul Potts, cantor de ópera), sob o olhar trocista e zombador do mordaz público britânico e do próprio júri. No entanto, debaixo da figura saloia da desempregada escocesa de quarenta e sete anos, escondia-se uma voz um tanto poderosa, que depressa fez levantar os rabos no auditório do programa e fez soar palmas e uivos de contentamento. O júri não se poupou nos elogios; depressa o mundo assistia comovido à actuação da Susan coitadinha, através desse fenómeno que é o youtube. O video, um dos mais vistos de sempre no site, foi colocado em blogs, perfis de redes sociais, passou nas notícias, foi falado na rádio e nos jornais. Susan Boyle era uma estrela mundial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=9lp0IWv8QZY"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;Eis o video que apaixonou o mundo inteiro.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tempo passou e a quarentona fofinha que era agora um exemplo de coragem, esforço e dedicação para todo o globo chegou facilmente à final do concurso, final essa que...perdeu. A pobre Susan Boyle, derrotada por um grupo de dança, suscitou piedade e até lágrimas daqueles que a acompanharam ao longo da jornada pelos videos no youtube. Depois desta desilusão, Boyle foi internada, coitada, com um esgotamento emocional. Desde então, tem desafiado Amy Winehouse numa competição renhida: ora entra, ora sai de clínicas privadas, dada a sua instabilidade emocional, que já a fez abandonar a tour do programa que a lançou no mundo artístico. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pobre, pobre Susan Boyle. Mas os fãs podem ir sorrindo, a escocesa mostra já alguns sinais de melhoras. Numa tour que fará sozinha, esta velhaca senhora irá cobrar cerca de 115 mil euros por um concerto de uns espantosos 12 minutos, o que equivale a ganhar 9500 euros por cada sessenta segundos. E são mais que merecidos, digo eu. A pobre mulher tem toda a legitimidade para cobrar todo este dinheiro, dadas as recentes transferências de valores astronómicos no mundo do futebol. Afina, os golos de Kaká e Ronaldo não têm metade da audiência das actuações desta nova estrela da música.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E apesar de Susan Boyle gozar com a situação económica mundial e com as potencialidades do seu talento (que me parecem ser um bocadinho sobrevalorizadas) e de ser vista a insultar jornalistas e polícias nas ruas de Londres, meio mundo continua a ir ao youtube e procurar pelo seu nome, para afogar as mágoas, ressuscitar a esperança e alimentar as ilusões deste mundo de aparências. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já agora, vale a pena pensar &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=msR-jvrNihw"&gt;&lt;span style="color:#000066;"&gt;nisto.&lt;/span&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-1932004427383090812?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/1932004427383090812/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=1932004427383090812&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1932004427383090812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1932004427383090812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/we-l-susan-boyle.html' title='We (L) Susan Boyle'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sjbr2-POy8I/AAAAAAAAAJI/n-M14iYK9e4/s72-c/susy.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5373516193742947752</id><published>2009-06-08T23:53:00.004+01:00</published><updated>2009-06-09T01:00:18.256+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='exposição'/><title type='text'>[Exposição] Titanic</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Si2jbbQdtTI/AAAAAAAAAJA/uTVObNVc__c/s1600-h/3516107048_cfbdd17809.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 247px; DISPLAY: block; HEIGHT: 320px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5345108024327255346" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Si2jbbQdtTI/AAAAAAAAAJA/uTVObNVc__c/s320/3516107048_cfbdd17809.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Oito anos passaram desde que se inaugurou o novo século e já muitos consideram que o atentado às torres gémeas em Nova Iorque, a 11 de Setembro de 2001 é o desastre do século XXI. Ora, se deus quiser, mais 92 anos hão de vir e não serão de certo pacíficos. No entanto, 97 anos depois, acho que posso afirmar solenemente que o maior desastre do século XX foi o terrível naufrágio do navio Titanic, em que morreram cerca de 1500 pessoas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O século XX não prima por uma bonança para Humanidade. Duas Guerras Mundiais, outras tantas regionais, desastres nucleares, aéreos e náuticos, genocídios, bombas atómicas...se o Homem conseguiu resisitir a isto, provavelmente conseguirá resistir a tudo o que vier doravante. E embora muitos dos eventos ocorridos no século passado tenham superado o naufrágio do Titanic em número de vítimas, crueldade, e repercussões futuras, penso que nenhum consegue reduzir o valor sentimental que este desastre detém, valor esse tão bem preservado na exposição dedicada ao navio que nem deus conseguia afundar, no primeiro piso da estação do Rossio, em Lisboa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Repleto de objectos de valor incalculável, o espaço ocupado pela exposição envolve-nos no ambiente que os passageiros sentiram na sua viagem: a entrega de uma réplica do bilhete, a representação fiel das instalações, as histórias de quem embarcou no fatídico paquete e o seu desfecho. Todos estes pormenores, que talvez não valham tanto como o bilhete nos obriga a pagar, inundam-nos o sangue com uma tristeza profunda e sincera e não nos deixam sair da estação com um sorriso nos lábios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E mais uma conclusão tirada: assim se vê como é sobrevalorizado o filme Titanic, de 1997; haveriam mais de duas mil histórias para contar, provavelmente muito mais trágicas e susceptíveis de fazer trabalhar as glândulas lacrimais de todo o público, e não só de adolescentes femininas. Mas não, duas horas de um filme de três rodam em volta de um casal altamente improvável, produndamente irritante e repugnantemente meloso (tudo na minha opinião), que não transmite nem o cariz catastrófico nem os sintomas de uma claustrofobia cardíaca que esta história pode oferecer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É uma exposição a ver, não como uma prioridade, mas para ir um pouco mais fundo na história deste navio.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5373516193742947752?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5373516193742947752/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5373516193742947752&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5373516193742947752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5373516193742947752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/exposicao-titanic.html' title='[Exposição] Titanic'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Si2jbbQdtTI/AAAAAAAAAJA/uTVObNVc__c/s72-c/3516107048_cfbdd17809.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5743757075932157420</id><published>2009-06-02T20:53:00.004+01:00</published><updated>2009-06-02T21:09:44.019+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>[Música] I'm feeling goooooooooood!</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SiWGrvh7hDI/AAAAAAAAAI4/5gIhO4zKhGo/s1600-h/MuseWembleyPhoto10.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 213px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342824618996237362" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SiWGrvh7hDI/AAAAAAAAAI4/5gIhO4zKhGo/s320/MuseWembleyPhoto10.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify"&gt;Está confirmado: os Muse vão estar em Portugal no dia 29 de Novembro para um concerto no Pavilhão Atlântico! A banda britânica, que passou pelo palco do Rock In Rio no ano passado, irá apresentar o seu novo album The Resistence, a sair em Setembro deste ano. Tenho fortes intenções de ir, embora o factor monetário pese bastante na decisão...com dois festivais de verão programados e intenções de ter uma mota, torna-se complicado. Mas apesar disso, e ainda que a presença de pitas histéricas a bater palmas ao ritmo de Starlight (a única música que conhecem da banda) esteja quase assegurada, o preço dos bilhetes, que serão postos à venda no dia 9 através da Ticketline, deverá valer a pena, a julgar pelos espetáculos dados por todo mundo, em especial no mítico estádio de Wembley em 2007. &lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Há mais que razões para o dizer: I'm feeeeeeeling gooooooooood!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/5PN6egPgazA&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/5PN6egPgazA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5743757075932157420?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5743757075932157420/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5743757075932157420&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5743757075932157420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5743757075932157420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/06/musica-im-feeling-goooooooooood.html' title='[Música] I&apos;m feeling goooooooooood!'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SiWGrvh7hDI/AAAAAAAAAI4/5gIhO4zKhGo/s72-c/MuseWembleyPhoto10.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-7939693434580430621</id><published>2009-05-17T00:01:00.008+01:00</published><updated>2009-05-18T16:08:30.070+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><title type='text'>[Cinema] Anjos e Demónios</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/ShF4haCIAUI/AAAAAAAAAIw/0gbwZc5UC7w/s1600-h/Angels-Demons-movie-08.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337179548729999682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 215px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/ShF4haCIAUI/AAAAAAAAAIw/0gbwZc5UC7w/s320/Angels-Demons-movie-08.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Um grande filme no difícil mundo das adaptações literárias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ficha técnica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Título original: Angels and Demons&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ano: 2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Realização: Ron Howard&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Argumento: David Koepp e Akiva Goldsman (guião) e Dan Brown (romance)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Elenco: Tom Hanks, Ewan McGregor e Eyelet Zurer&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Duração: 132 minutos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Thriller&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que aterradora descoberta terá feito o Vaticano de modo a ter de pedir ajuda a Robert Langdon (Tom Hanks), o homem que descodificou o código mais controverso da História? Quando este descobre indícios do ressurgimento de uma antiga irmandade secreta conhecida como os Illuminati (a mais poderosa organização secreta na História) ele percebe que o maior inimigo desta organização - a Igreja Católica - pode estar em grande perigo. Langdon viaja para Roma, onde forma uma equipa com Vittoria Vetra (Ayelet Zurer), uma bela e enigmática cientista italiana, e os dois embarcam numa perigos aventura por criptas, catacumbas e catedrais desertas... eles são a única esperança do Vaticano. (em cinema.ptgate.pt)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O livro com o mesmo nome, "Anjos e Demónios", consta na lista dos meu favoritos e apesar de repousar numa estante há já alguns anos, lembro-me perfeitamente da estória, das personagens, dos cenários, dos acontecimentos. É pena, se não me lembrasse de tudo, este filme seria quase que uma obra-prima. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Após o desastre da adaptação para o grande ecran de "O Codigo DaVinci", Ron Howard insisitiu em trazer para os cinemas as palavras de Dan Brown. Desta vez, pode dizer-se que foi bem sucedido. Tom Hanks, que está marcado com o perigoso estigma de Forrest Gump, desenvolve um papel mediano, entre um elenco que não mostra nada de extraordinário, apesar dos esforços de Ewan McGregor. Então, se não é o elenco, o que é que faz Anjos e Demónios um grande thriller?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A grandeza deste filme reside não só na realização ofegante de Ron Howard, por entre as velhas ruas de Roma e os cenários digitais do Vaticano (as filmagens neste país foram proibidas pela Igreja) como também no argumento frenético, que embora não se alongue demasiado em explicações supérfluas, faz desenrolar a estória mais detalhadamente que na última adaptação dos livros de Robert Langdon. Ao cortar personagens e ao inovar pontualmente a estória escrita por Dan Brown, este filme não se limita então a copiar o livro, bem pelo contrário. Apesar de partes importantes não terem sido filmadas (embora cenas mais fortes tenham sido abundantes), este filme só irá desagradar ao fã mais acérrimo das páginas do romance. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não há prémios para este filme nem ovações de pé nos créditos finas. No entanto, será um filme que irá agradar a muita gente, quando passar num domingo à tarde numa qualquer estação de TV.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Nota: a classificação pode mudar drasticamente para alguém que não tenha lido o livro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337178623686227730" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 231px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/ShF3rj-gNxI/AAAAAAAAAIY/eL_W6UDEXQc/s320/angels%2520%26%2520demons.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337178870399712706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/ShF357DlPcI/AAAAAAAAAIg/hMy5XjzUAio/s320/angelsanddemonspic6.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5337179111703530594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 180px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/ShF4H9-5TGI/AAAAAAAAAIo/VwW7dHohn2c/s320/ad_angels_demons.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-7939693434580430621?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/7939693434580430621/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=7939693434580430621&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/7939693434580430621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/7939693434580430621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/05/cinema-anjos-e-demonios.html' title='[Cinema] Anjos e Demónios'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/ShF4haCIAUI/AAAAAAAAAIw/0gbwZc5UC7w/s72-c/Angels-Demons-movie-08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5897992168433114263</id><published>2009-05-11T15:46:00.002+01:00</published><updated>2009-05-11T15:57:54.035+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>[Música] Time</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Neste páscoa houve alguém que teve a gigantesca gentileza de me oferecer o bilhete para o Super Bock Super Rock em Lisboa, no dia 18 de Julho. Embora amanhã se venha a confirmar o cartaz completo, o que me faz querer lá estar já há muito está confirmado: os The Killers actuam nesse dia no Estádio do Restelo. Embora tenham caído nas graças de meio mundo graças aos singles Human e Spaceman, o que é certo é que o mais recente album Day&amp;amp;Age desiludiu muito, sobretudo para quem gosta de músicas como Read My Mind, Somebody Told Me e When You Were Young. Mas consigo passar bem com os singles deste mais recente registo se eles tocarem isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="344" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Hp9I19CtkSg&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Hp9I19CtkSg&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade, os The Killers costumam tocar uma breve cover de uma das minhas músicas favoritas. Basta começar a ouvir o despertar dos relógios e é ver-me em delírio pelo relvado do Restelo! &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5897992168433114263?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5897992168433114263/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5897992168433114263&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5897992168433114263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5897992168433114263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/05/musica-time.html' title='[Música] Time'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-9067711191289371524</id><published>2009-05-01T15:38:00.007+01:00</published><updated>2009-05-05T19:11:48.756+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><title type='text'>[Espetáculo] Tomás Kubínek</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfsKOIk4c_I/AAAAAAAAAH4/4YyCBhY96_o/s1600-h/Tomas_Kubinek.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330865821859738610" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 278px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfsKOIk4c_I/AAAAAAAAAH4/4YyCBhY96_o/s320/Tomas_Kubinek.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No seu site oficial, o artista define-se como "lunático certificado e mestre do impossível". A frase assenta-lhe como uma luva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ficha técnica:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Artista: Tomás Kubínek&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Duração: cerca de 75 minutos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Humor&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tomás Kubínek é um humorista/mímico/acrobata/mágico/músico nascido em Praga em 1965. Aquando da invasão soviética da Checoslováquia em '68, a sua família foi obrigada a fugir e foi graças a isso que o pequeno Tomás teve os primeiros contactos com a arte circense. Emigrando para os Canadá, começou a carreira ainda como uma criança e desde então nunca mais parou. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O espetáculo de Kubínek começa num silencio misterioso e desconhecido, que depressa se deixa invadir de alguns risos abafados mal o artista começa a fazer as primeiras graças com as mãos que desaparecem dentro das mangas do roupão. Depois de tirar da sua boca meia dúzia de ovos, o checo inicia a conversa com o público, uma das mais-valias do espetáculo. Com o seu inglês com algum sotaque, vai soltando algumas palavras num português hilariante enquanto vai conjugando uma história sua absolutamente inacreditável com alguns pequenos números de magia e mímica. A partir daqui, é sempre a melhorar: numa acrobacia incrível, bebe um copo de vinho português (cuja rótulo da garrafa ele insiste em ler até ao fim) enquanto assobia e toca cavaquinho; mexe-se numa absurda ligeireza com a sua Máquina de Pés de Andamento Contínuo (na foto); voa pelo palco, toca música num serrote, transforma-se em galinha. Tudo isto sem esquecer o público, que ocupando menos de metade do Grande Auditório do CAE, era convidado a participar no espetáculo, ora emprestando carteiras para de lá surgirem talheres, ora levando o artista às costas para o palco, e ainda ajudando na pronúncia de algumas palavras em português e, como é claro, rindo e aplaudindo a sua arte e o seu humor deliciosos. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que torna este espetáculo extraordinário não é o que Tomás Kubínek faz, mas a maneira como o faz, envolvendo todos numa atmosfera intimista e jubilosa. Não teve muitos aplausos de pé, mas recebeu rosas ao sair do palco(trazidas por si próprio, confidenciou). Ainda assim, foi uma noite para recordar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332403329278547634" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 237px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SgCAk2DCFrI/AAAAAAAAAIA/AomhdU0lwYM/s320/tomas1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332403494688340770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 234px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SgCAuePzOyI/AAAAAAAAAII/5WUQzidgpLk/s320/tomas2.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5332403669929530194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SgCA4rEjk1I/AAAAAAAAAIQ/Tt3bVKfGWeg/s320/tomas3.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-9067711191289371524?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/9067711191289371524/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=9067711191289371524&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/9067711191289371524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/9067711191289371524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/05/espetaculo-tomas-kubinek.html' title='[Espetáculo] Tomás Kubínek'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfsKOIk4c_I/AAAAAAAAAH4/4YyCBhY96_o/s72-c/Tomas_Kubinek.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-495515410218260034</id><published>2009-05-01T11:55:00.006+01:00</published><updated>2009-05-01T13:13:21.122+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='thriller'/><title type='text'>[Cinema] Memento</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sfrl6I8-yQI/AAAAAAAAAHY/Ct-pBvqvfJQ/s1600-h/memento.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330825895944833282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 229px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sfrl6I8-yQI/AAAAAAAAAHY/Ct-pBvqvfJQ/s320/memento.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Provavelmente, um dos argumentos mais inteligentes alguma vez escritos para cinema.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ficha técnica:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Título original: Memento&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ano: 2000&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Realização: Christopher Nolan&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Argumento: Christopher Nolan (guião), Jonathan Nolan (conto)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Elenco: Guy Pearce, Carrie-Anne Moss, Joe Pantoliano&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Duração: 113 minutos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Thriller&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Leonard tem como único objectivo apanhar e punir o homem que violou e matou a sua mulher, mas está limitado por uma estranha incapacidade de formar memórias recentes devido ao violento ataque que sofreu naquele momento. Alguém que tenha conhecido, ou qualquer coisa que tenha feito depois, simplesmente desaparece da sua memória. Mas a isso não o impede de continuar, utilizando o seu próprio corpo como um bloco de notas onde várias tatuagens o ajudam a relembrar as várias peças do puzzle que vai reconstruindo. (sinopse por Hugo Gomes, Cinematografiamente Falando)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Várias vezes referenciado como um dos melhores filmes de sempre, Memento foi para mim uma agradável surpresa. A premissa, como podem ver pela sinopse, é fantástica, mas talvez pudesse resultar num filme medícore, não fosse a magistral realização de Christopher Nolan. Realizado de trás para a frente, esta película é um autêntico desafio à nossa inteligência, que no início se mostra complexa mas que, pouco a pouco, vai desvendando pormenores que desencadeiam um raciocínio incrível na nossa mente. O elenco poderia ser melhor: na minha opinião, Guy Pearce satisfaz mas podia fazer muito mais. Acredito que um Brad Pitt interpretaria Leonard de forma digna de um Oscar. Carrie-Anne Moss (vinda de Matrix) e Joe Pantoliano conseguem ir melhor, mas sem serem brilhantes, o que talvez custe a este filme uma avaliação mais positiva da minha parte. A montagem, essa sim, nomeada para Oscar, é brilhante e complementa a genialidade da realização e do argumento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É um thriller que não nos entrega tudo de bandeja, obriga-nos a pensar e repensar, se necessário ver outra vez. Mas são estes que nos dão mais gozo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330826284268147330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfrmQvkeUoI/AAAAAAAAAHg/nN38orQciLs/s320/memento2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330826705944230418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfrmpSb4uhI/AAAAAAAAAHo/lSg1ND2_aRE/s320/memento3.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330826999840906482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 222px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sfrm6ZSUHPI/AAAAAAAAAHw/fbAz31vhW_s/s320/memento4.bmp" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-495515410218260034?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/495515410218260034/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=495515410218260034&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/495515410218260034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/495515410218260034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/05/cinema-memento.html' title='[Cinema] Memento'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sfrl6I8-yQI/AAAAAAAAAHY/Ct-pBvqvfJQ/s72-c/memento.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-4207457219298453273</id><published>2009-05-01T11:02:00.006+01:00</published><updated>2009-05-01T11:50:16.640+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>[Literatura] Herbert West: Reanimador</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfrTBWCS9KI/AAAAAAAAAHQ/6MvqTU05i4c/s1600-h/re-animator%2520cartel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330805128994944162" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfrTBWCS9KI/AAAAAAAAAHQ/6MvqTU05i4c/s320/re-animator%2520cartel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A reanimação de seres já falecidos poderá ser um excelente tema para a literatura, mas devido a vários factores, esta novela acaba por ser uma desilusão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ficha técnica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Título original: Herbert West - Reanimator&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ano: 1922&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: H.P. Lovecraft&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Novela de terror&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história é contada na primeira pessoa, do ponto de vista de um amigo de Herbert West, que nos diz que este desapareceu. Para de alguma forma justificar o seu desaparecimento, o narrador faz várias analepses, onde vimos as experiências dos dois amigos com cadáveres animais e humanos e os seus desastrosos resultados, assim como a evolução das suas personalidades assim que os anos vão passando.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Originalmente publicada por capítulos na revista Home Brew, esta novela começa por pecar exactamente na forma da sua publicação. Talvez em 1922 fizesse sentido que em cada capítulo se repetisse tudo o que já se tinha passado, mas esse sentido perde-se em pleno século XXI, onde o leitor está constantemente a saber a mesma coisa, com as mesmas palavras. Além disso, e embora os episódios de reanimação sejam bastante diferentes, as ideias permanecem repetitivas, o que transmite algum enfado. O que salva esta novela é o seu carácter fantástico e assutador, assim como o final misterioso e inteligente, ainda que prime por uma certa pobreza de escrita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O próprio Lovecraft confidenciou a amigos próximos que odiava esta novela e que só a escreveu para ganhar algum dinheiro. Bem, talvez odiar seja muito forte, mas não estamos diante de nenhuma grande obra do horror literário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;6/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nota: imagem pertencente à adaptação cinematográfica desta novela;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-4207457219298453273?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/4207457219298453273/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=4207457219298453273&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4207457219298453273'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4207457219298453273'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/05/literatura-herbert-west-reanimador.html' title='[Literatura] Herbert West: Reanimador'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SfrTBWCS9KI/AAAAAAAAAHQ/6MvqTU05i4c/s72-c/re-animator%2520cartel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8039539981786951188</id><published>2009-04-19T00:55:00.002+01:00</published><updated>2009-04-19T01:21:51.184+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avisos'/><title type='text'>[Aviso] Entre visitas e comprimidos</title><content type='html'>Este blog chegou, oficialmente às 1000 visitas neste sábado. Digo oficialmente porque o contador só foi posto algum tempo depois do blog iniciar a actividade, mas não deve estar num número muito superior a este. E ainda que este número tenha aumentado significativamente pelas piores razões, o meu muito obrigado aqueles que cá aparecem com o espírito crítico e receptivo aquilo que por cá se diz. Ao fim destas mil visitas, continuo a querer salientar que este pode ser um espaço de diálogo, onde podem dar as vossas opiniões, mesmo que seja para comentar a minha pessoa, sempre dão para rir um bocado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é também altura de divulgar outro projecto, este em conjunto com o João Bernardes e com o Afonso Portela o Melomaniac's Diet Pills (&lt;a href="http://melomaniacsdietpills.wordpress.com/"&gt;http://melomaniacsdietpills.wordpress.com/&lt;/a&gt;), dedicado especialmente à música, mas ligeiramente diferente do formato deste Para Acabar de Vez Com a Cultura, algo de mais leve, mais heterogéneo, mais internacional. Passem por lá e divulguem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8039539981786951188?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8039539981786951188/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8039539981786951188&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8039539981786951188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8039539981786951188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/04/aviso-entre-visitas-e-comprimidos.html' title='[Aviso] Entre visitas e comprimidos'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5760657619518085836</id><published>2009-04-16T18:50:00.003+01:00</published><updated>2009-04-16T19:16:59.417+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>[Literatura] A Caverna</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sed17yWCEgI/AAAAAAAAAHI/b1K4k4uDB5I/s1600-h/caverna.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325354754375815682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 209px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sed17yWCEgI/AAAAAAAAAHI/b1K4k4uDB5I/s320/caverna.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por alguma razão, a escrita de José Saramago assusta muito boa gente por este Portugal. Que se leia antes de falar, portanto, pois mesmo num romance menor, o autor mostra-nos porque merece o Nobel que tem em casa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ficha técnica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Título original: A Caverna&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ano: 2000&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Autor: José Saramago&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Romance&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história é a de uma família de oleiros que vê o seu negócio arruinado graças a um gigantesco Centro (comercial, habitacional...quem sabe?), que deixa de lhes comprar produtos, derivado do desinteresse dos consumidores. É então feito um esforço por Cipriano Algor, o oleiro, por Marta, sua filha, por Marçal, seu genro e guarda no Centro, sem esquecer o cão Achado para dar a volta por cima, para resistir à hipótese de extinção da sua olaria. No final, além de uma história de sobrevivência, fica uma profunda e dura reflexão sobre o mundo em que hoje vivemos, comparando-o com algo feito há alguns milénios atrás. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Embora o enredo não seja dos mais interessantes concebidos pelo autor, esta deve ser uma leitura obrigatória para quem acompanha o trabalho de José Saramago, mas não só. Ainda que longe do frenetismo de O Homem Duplicado ou da dureza estética de Ensaio Sobre a Cegueira, A Caverna é uma história belíssimamente contada, com uma escrita deliciosa e injustamente odiada. Para uma melhor compreensão deste livro, recomenda-se a pesquisa do mito da caverna, escrito por Platão, que embora não parecendo, tudo tem a ver com a história deste livro e com o nosso mundo de todos os dias. Saramago reflecte sobre a desumanização deste "brave new world" e sobre a condição daqueles que são deixados para trás pela galopante modernização do nosso planeta. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em 350 páginas, tudo cabe: amor, humor, acção, reflexão e melancolia, muita melancolia. Tudo isto com meia dúzia de pontos finais, como é claro. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Assistimos a um mundo em extinção. O único lugar seguro são os shoppings que, curiosamente, não têm janelas. E um lugar sem janelas é uma caverna" - José Saramago&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5760657619518085836?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5760657619518085836/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5760657619518085836&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5760657619518085836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5760657619518085836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/04/literatura-caverna.html' title='[Literatura] A Caverna'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sed17yWCEgI/AAAAAAAAAHI/b1K4k4uDB5I/s72-c/caverna.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5710565839849457444</id><published>2009-04-08T17:01:00.008+01:00</published><updated>2009-04-08T19:37:33.087+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Choke - Asfixia</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdzkTM7BSHI/AAAAAAAAAGo/BRn9jBsnV8U/s1600-h/choke.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322379878182504562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdzkTM7BSHI/AAAAAAAAAGo/BRn9jBsnV8U/s320/choke.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"Uma comédia ordinária, satírica, psicótica." Há melhor para descrever este filme? Por acaso, há.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ficha técnica: &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Título original: Choke&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ano: 2008&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Realização: Clark Gregg&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Argumento: Clark Gregg (guião), Chuck Palahniuk (livro)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Elenco: Sam Rockwell, Anjelica Huston, Brad William Henke, Kelly MacDonald&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Duração: 92 minutos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comédia dramática&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O argumento concentra-se em Victor (Rockwell), um empregado num rigoroso parque temático da América colonial. Para sustentar a mãe (Anjelica Huston), internada num hospital psiquiátrico, vai a restaurantes de luxo e finge engasgamentos, de forma a ser salvo por alguém, que o passará a ter como protegido. Além de ser um viciado em sexo, Victor tem ainda que lidar com uma revelação feita pela mãe, sobre a identidade do seu pai. Então, com a ajuda do amigo Danny (William Henke), um masturbador compulsivo, e da médica Paige (MacDonald), Victor irá partir numa descoberta das suas origens e de si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes de mais, falemos de Palahniuk. Este senhor, além de ser um dos grandes nomes da literatura contemporânea, foi o autor de Clube de Combate, livro que deu origem ao fantástico filme com o mesmo nome. Ora, um filme de 2008 que no seu cartaz faça referência em letras gordas ao nome deste escritor, merece a nossa curiosidade e expectativa. No entanto, este Choke está bastante longe do encanto de Fight Club, embora pudesse estar quase ao mesmo nível. Apegando-se demasiado, na primeira parte, a uma comédia sexual com pouca substância, só amadurece lá mais para o fim, onde observamos que esta não é uma comédia teenager como American Pie, mas algo muito mais sério. Com a acidez sarcástica típica de Palahniuk, o filme desenrola-se com alguns momentos fortes, destacando-se Anjelica Huston num grande papel e a grande surpresa de MacDonald na recta final do filme. Sam Rockwell não se sai muito mal, embora outro talento pudesse dar mais fôlego ao filme. Referência ainda para as muitas cenas de sexo, que não sendo fenómenos de realização ou representação, não deixam de nos encher o olho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É um bom esforço, e embora seja muito mais que uma comédia ordinária, satírica e psicótica, ficamos com a sensação que nos soube a pouco, e havia potencial para algo muito maior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;6/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322382675445369570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sdzm2BidSuI/AAAAAAAAAGw/zgQKuXWheH0/s320/choke2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322390178402454514" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 174px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdztqwO0y_I/AAAAAAAAAG4/p7HUYYJMAog/s320/choke_jpg_595x325_crop_upscale_q85.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5322390612781687362" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdzuECa54kI/AAAAAAAAAHA/jRUsidugM-4/s320/ResizedImage450301-choke3.jpg" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5710565839849457444?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5710565839849457444/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5710565839849457444&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5710565839849457444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5710565839849457444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/04/cinema-choke-asfixia.html' title='[Cinema] Choke - Asfixia'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdzkTM7BSHI/AAAAAAAAAGo/BRn9jBsnV8U/s72-c/choke.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-9148001509490595868</id><published>2009-04-03T16:51:00.004+01:00</published><updated>2009-04-03T17:04:57.684+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avisos'/><title type='text'>[Aviso] "All we need to do is make sure we keep talking"</title><content type='html'>Para esclarecer algumas coisas, o objectivo deste blog não é, nem nunca foi, a exclusiva divulgação da minha opinião sobre determinado assunto. O Para Acabar de Vez Com a Cultura é um blog de diálogo, onde qualquer um poderá comentar, dando a sua opinião, concordando ou discordando. Não é benéfico a ninguém ficar fechado na sua própria esfera de opiniões, imune a qualquer outra voz com outras opiniões. O debate é importante, desde que em condições, e como exemplos saliento os comentários do José Pires e de um anónimo, licenciado em Teatro, ainda na crítica das Aves.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, que o diálogo se instaure, e não é preciso ser-se especialista em alguma coisa para opinar, felizmente todos temos o dom de argumentar em defesa da nossa tese. E, contrariamente ao que o povo diz, os gostos discutem-se, e respeitam-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: título retirado de uma citação do físico Stephen Hawking, presente na canção Keep Talking, dos Pink Floyd.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-9148001509490595868?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/9148001509490595868/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=9148001509490595868&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/9148001509490595868'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/9148001509490595868'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/04/aviso-all-we-need-to-do-is-make-sure-we.html' title='[Aviso] &quot;All we need to do is make sure we keep talking&quot;'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-2557616152805387118</id><published>2009-04-02T23:16:00.003+01:00</published><updated>2009-04-02T23:33:54.089+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Lost In Translation - O Amor é um Lugar Estranho</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdU9S2VEdzI/AAAAAAAAAGg/BStycGquqOE/s1600-h/lost.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320225928838936370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 208px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdU9S2VEdzI/AAAAAAAAAGg/BStycGquqOE/s320/lost.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um ensaio sobre a solidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é a de dois estranhos em Tóquio. Bob (Bill Murray) é uma actor já sem fama a gravar um anúncio para um whisky japonês. Charlotte (Scarlet Johansson) é a esposa de um fotógrafo a trabalhar em terras nipónicas. Os dois cruzam-se acidentalmente no bar do hotel onde estão hospedados e deste encontro surge uma relação tão estranha como fascinante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, Sofia Coppola, argumentista e realizadora deste filme, encantou o público e a crítica com este filme, que veio confirmar o seu talento demonstrado n'As Virgens Suicidas de 99. Vencedor do Oscar para Melhor Argumento Original, Lost In Translation não é uma comédia romântica comum. Com algumas pinceladas de Woody Allen e uma melancolia arrebatadora, este é um filme que, através dos seus longos silêncios, nos mostra a dificuldade de compromisso entre duas pessoas, a natural tendência do Homem para a infidelidade e o espírito doente de alguém só. Esteticamente irrepreensível, prima por uma linguagem corporal dos dois actores: Bill Murray é fantástico (nomeado para Oscar de Melhor Actor), Johansson não se fica atrás, ainda que a sua revelação viesse anos depois, com Match Point.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frieza do cenário de Tóquio agudiza mais a solidão das personagens e justifica melhor esta relação entre eles, que feita de um beijo apenas, consegue ser das histórias de amor/amizade mais marcantes de sempre. Um filme a ver, com disposição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-2557616152805387118?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/2557616152805387118/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=2557616152805387118&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2557616152805387118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2557616152805387118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/04/cinema-lost-in-translation-o-amor-e-um.html' title='[Cinema] Lost In Translation - O Amor é um Lugar Estranho'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdU9S2VEdzI/AAAAAAAAAGg/BStycGquqOE/s72-c/lost.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-1640197459416103605</id><published>2009-04-02T18:46:00.002+01:00</published><updated>2009-04-02T19:26:13.915+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avisos'/><title type='text'>[Aviso] Sobre o direito à opinião</title><content type='html'>Este post não será um palco de acusações entre anónimos e não anónimos. É apenas um esclarecimento e uma análise à situação gerada pela crítica "O Infame Voo dos Pássaros".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelos vistos, para dar opiniões sobre alguma coisa são precisos requesitos especiais, algo que eu não tenho, nem de perto nem de longe. Mais: quem dá uma opinião menos positiva sobre alguma coisa é, citando, um "autêntico filho da puta", em maiúsculas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que me parece é que a maior parte dos que comentaram o artigo fizeram uma leitura na diagonal. Viram quem tinha escrito, basearam-se em supostas relações que tenho com participantes do teatro e em vez de tentar dialogar sobre o tem, limitaram-se a insultar quem não lhes disse que aquela foi a melhor peça de teatro que já viu e que foi brilhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos uma coisa. Se eu quisesse criticar a peça, dizia que tinha sido uma merda e falava dos engasganços (que são naturais) e de outras coisa perfeitamente naturais no teatro escolar, não andava cá com "pseudo-intelectualidades". O vosso teatro foi apenas um pretexto para uma discussão sobre os objectivos do teatro escolar, no geral. Ninguém criticou as vossas capacidades de representação e o amor a essa arte nobre. Salientei unicamente o arrojo, que merece a nossa admiração, de quem adaptou a peça original, algo com uma mensagem muito séria que foi utilizada para entretenimento. Apenas acho que para esse objectivo falhou. Talvez tenha sido demasiado duro, mas aceitaria todas as críticas que fossem feitas nesse sentido. Mas não, a maior parte resolveu falar do meu acne e do meu objectivo com este blog. Não é por nada, mas acho que perderam um pouco a razão assim,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Magoei alguém? Mesmo não sabendo porquê, peço desculpa. O grupo de teatro está de parabéns por levar a palco uma produção que tinhA tanto de grandiosidade como de ambição. Agora, se cada vez que alguém tiver uma opinião diferente da vossa o apedrejarem publicamente como agora, não deverão crescer muito nem como pessoas nem como profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, não se ralem com as opiniões de um puto de 16 anos. Ouçam o que os mais velhos dizem e, se vos convier, ignorem a minha existência e a deste blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação à peça As Aves, o blog Para Acabar de Vez Com a Cultura não se voltará a pronunciar. E mais uma vez, desculpa aos lesados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-1640197459416103605?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/1640197459416103605/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=1640197459416103605&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1640197459416103605'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1640197459416103605'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/04/aviso-sobre-o-direito-opiniao.html' title='[Aviso] Sobre o direito à opinião'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8739157448660058142</id><published>2009-03-31T23:46:00.005+01:00</published><updated>2009-04-01T15:19:17.590+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='teatro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='reflexão'/><title type='text'>[Reflexão] O Infame Voo das Aves</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdNyAKqH40I/AAAAAAAAAGY/pxR9gbLdfpU/s1600-h/cartaz-teatro.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319720932041286466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 209px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdNyAKqH40I/AAAAAAAAAGY/pxR9gbLdfpU/s320/cartaz-teatro.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Qual será o real objectivo do teatro escolar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminou na passada sexta-feira, 27 de Março, o I Encontro Nacional de Teatro Escolar Dr. Joaquim de Carvalho, do qual, com muita pena minha, só tive a oportunidade de assistir a uma representação, representação essa levada a cabo pela minha escola, a Secundária Dr. Joaquim de Carvalho. Não farei apenas uma análise a este espetáculo, mas, como o título indica, tentarei dissertar sobre o papel e os objectivos do teatro escolar nos dias que correm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta representação, o modesto salão de festas da escola não serviu. Usou-se só a maior sala de espetáculos do concelho, uma das maiores da região centro. Com isto, a expectativa era grande. Tornou-se ainda maior quando se soube que a peça era uma adaptação d'As Aves, um nome que poderá não significar muito sem sabermos que foi uma das grandes peças gregas, do clássico Aristófanes. Mas falando de teatro escolar, a todas as expectativas tem que ser posto um limite. Não se esperam representações que pisquem um olho a um Tony nem números que cheguem aos calcanhares de um La Féria. A questão que se coloca é "afinal, esperamos o quê?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história, segundo esta adaptação, é a de dois campónios (haverá nome melhor para definir as personagens?) que cansados da vida que levam, procuram Tereu, um rei que se transformou em pássaro e governa os ares infinitos. Depois de um breve debate entre as aves, também eles ganham asas e penas. Um dos recém-metamorfoseados pássaros, guiado pela sua ambição e sonhos utópicos, decide criar uma cidade nos ares, impronunciável para a minha mente esquecida. A partir daqui, um desfile de personagens chega para ora destruir ora ajudar a construir esta nova cidade. O final torna-se uma gigantesca paródia, que pouco ou nada tem a ver com o do texto original do grego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que desde já não me acusem de só criticar esta peça, saliento alguns pontos fortes, com os quais fiquei positivamente surpreendido. Um deles foi a colossal capacidade do protagonista, Rui Liceia, de conjugar o seu talento de representação com a incrível capacidade de decorar uma gigantesca quantidade de texto sem gaguejar uma única vez, coisa que muitos não conseguem com duas ou três falas. Outro dos aspectos importantes foi a excelente utilização das potencialidades de um espaço como o Grande Auditório do CAE; tanto o espaço, como luzes, som e acústica mostraram francas melhorias face à representação do ano passado, que primou por algum desleixo. O último dos pontos fortes a apontar é incrivelmente dúbio e bipolar: a adaptação do argumento. Feita, suspeito eu, pelo encenador Nuno Café, deambula entre momentos de génio e de perfeito horror. Colocando aspectos da actualidade na peça (a inclusão do computador Magalhães foi genial), esta acaba por se afastar demasiado do seu original, o que lhe custa alguma coerência. É compreensível que, sendo o tema da peça grega demasiado sério para um público maioritariamente jovem, se mude algumas coisas para que quem está na audiência não boceje. Mas o problema está aí: ainda que toda a ideia de Aristófanes tenha sido quase que assassinada com romances homossexuais entre outras extravagâncias, o público continuou a dormitar nas partes"sérias". E com tudo isto, permanece a dúvida se todos os que aplaudiram no pé (ou mesmo os que no palco agradeciam) no final compreenderam a verdadeira essência da história. Ainda assim, é de louvar a existência de um fio condutor, ainda que difuso, face ao experimentalismo um tanto desastroso dos "Crimes Exemplares" do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas todos estes "pecados", se assim os podemos chamar, são perfeitamente desculpáveis e são o objecto desta reflexão. Estas Aves, apesar de quase arruinarem uma peça clássica, tentaram conciliar divertimento gratuito e lascivo com representações lúcidas e de qualidade. No entanto, conciliar estes dois aspectos não é de todo fácil e para que não se caia nos erros do passado, a discussão do que é realmente o objectivo do teatro escolar é imperativa. Será possível esta conjugação entre teatro humorístico e dramático? Dever-se-á optar por fazer rir o público ou por tocar-lhe no coração com a lucidez mágica de uma história com pés e cabeça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final daquela representação, não me levantei para bater palmas. Hoje, continuaria sentado. Mas a minha percepção das alterações feitas ao guião mudaram e, tendo consciência que as minhas classificações valem o que valem e que falamos de teatro escolar, que apesar de ser levado a sério, não tem a importância de grandes produções, a minha avaliação é:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;5/10&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, o debate continua aberto sobre o objectivo do teatro escolar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8739157448660058142?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8739157448660058142/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8739157448660058142&amp;isPopup=true' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8739157448660058142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8739157448660058142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/03/reflexao-o-infame-voo-das-aves.html' title='[Reflexão] O Infame Voo das Aves'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdNyAKqH40I/AAAAAAAAAGY/pxR9gbLdfpU/s72-c/cartaz-teatro.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-4222586599892892934</id><published>2009-03-31T20:11:00.005+01:00</published><updated>2009-04-16T18:50:36.409+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Papillon</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdJ1HeWcXbI/AAAAAAAAAGQ/fDy_m4-5gpQ/s1600-h/papillon.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5319442881144708530" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 222px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdJ1HeWcXbI/AAAAAAAAAGQ/fDy_m4-5gpQ/s320/papillon.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Uma importante lição sobre justiça e liberdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Neste filme de 1973, Steve McQueen é Henri Papillon, um homem encarcerado numa hostil colónia penal da Guiana Francesa, alegadamente por um crime que não cometeu. Consigo está Louis Dega (Dustin Hoffman), um indefeso contrafactor de dinheiro, que causou a ruína de muitos dos prisioneiros ali residentes. Esta amizade irá resistir a todas as adversidades, essas que irão levar a várias fugas dos prisioneiros.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este clássico do cinema é baseado numa história real, a escrita pelo próprio Papillon na sua auto-biografia. Para quem leu esse livro, esta é considerada a pior adaptação literária de sempre e um desastre cinematográfico. Para quem não leu, é frequentemente rotulado como um dos grandes nomes do cinema. Entre estas duas opiniões, há alguns aspectos a apontar. Um deles é a fantástica interpretação de Steve McQueen, como um homem desesperado e profundamente injutiçado; outro é Dustin Hoffman, com uma bela representação de Dega, ainda que na sombra do seu companheiro; a banda sonora, nomeada para Oscar, é de um requinte impressionante; a fotografia, de estarrecer. Aspectos negativos são poucos, mas poderosos: a duração do filme é um grande entrave a apreciação do filme, as suas duas horas e meia, com muitos minutos mudos, embalam o espectador numa certa dormência. Também o argumento, por culpa dos argumentistas ou da própria vivência do autor, parece inacreditável, retirando ao filme o seu teor biográficoe dando-lhe uns toques de Indiana Jones.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No final, temos uma história de coragem, preserverança, justiça, lealdade e amizade. E além de dar todas estas lições, esta história hollywoodesca entretém, ainda que duvidemos se tudo se passou exactamente como nos contam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-4222586599892892934?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/4222586599892892934/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=4222586599892892934&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4222586599892892934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4222586599892892934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/03/cinema-papillon.html' title='[Cinema] Papillon'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SdJ1HeWcXbI/AAAAAAAAAGQ/fDy_m4-5gpQ/s72-c/papillon.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-2727852140704466136</id><published>2009-03-14T20:32:00.006Z</published><updated>2009-04-16T18:50:08.248+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><title type='text'>[Espetáculo] The Australian Pink Floyd Show - The Wall</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sb6BlG7_8AI/AAAAAAAAAGI/f7BbH7agoGw/s1600-h/Australian%2520PinkF_promo.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5313827084861173762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 244px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sb6BlG7_8AI/AAAAAAAAAGI/f7BbH7agoGw/s320/Australian%2520PinkF_promo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Como celebração dos trinta anos da ópera rock mais famosa de sempre, os Aussie Pink Floyd (banda tributo as PF originais) deram um fantástico espetáculo no Coliseu de Lisboa, como parte da sua tour europeia 2009.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes de tudo, falemos dos artistas. A banda tributo nasceu em 1988, em Adelaide, na Austrália, por fãs acérrimos dos Pink Floyd. Tornaram-se no entanto populares aquando das digressões no Reino Unido, através de eventos de fãs floydianos e, algum tempo depois, em concertos únicos. Elogiados pelo próprio Gilmour e pela imprensa especializada ("Australian Pink Floyd do Floyd better than Floyd do themselves"), passaram já por diversas remodulações, embora tal nunca tenha afectado as suas qualidades musicais. Em 2009, comemorando o trigésimo aniversário de uma obra maior do universo dos Pink Floyd, os APF trouxeram a Lisboa todo o espírito do genial album The Wall.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;In The Flesh? inaugurou o que seria uma noite absolutamente mágica. Começando com uma melodiosa flauta, toda a banda explodiu, ajudada pelos efeitos de luz. Ouvimos o vocalista e duvidamos se não é o próprio Waters que está no palco a cantar: a voz é praticamente igual, talvez ainda melhor. The Thin Ice serve de passagem para a primeira parte de Another Brick In The Wall, onde os aplausos do coliseu (esgotado) marcavam já ritmo. Depois do assombroso baixo de The Happiest Days Of Our Lives, começa o primeiro momento karaoke da noite: "We Don't Need No Education", grita a multidão; é Another Brick In The Wall Part II. Acompanhando solos de guitarra, teclados e bateria, imagens digitais baseadas no filme de 1982 The Wall faziam as delícias dos espectadores. Segue-se Mother, um dos momentos mais bonitos do espetáculo, com uma poderosa voz feminina do coro cantando a parte de Gilmour, que encantou o público. Depois da acústica Goodbye Blue Sky e da visualmente deslumbrante Empty Spaces, What Shall We Do Now surpreende a audiência: canção não incluída no album, é uma breve explosão de toda a banda, que dirige as primeiras palavras ao público no final da nona canção. Um claramente dificíl "Boa Noite" introduz Young Lust, plena de luxúria, com o coro feminino a dançar sensualmente junto da banda. O mítico cenário da sala de Mr.Floyd já está colocado, e a partir daqui vemos como o vocalista mostra os seus dotes de "representação"; tanto na curta One Of My Turns como na dolorosa Don't Leave Me Now, a voz principal do grupo mostra que não é só uma voz parecida à de Waters, mas um autêntico actor musical. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Depois da explosiva terceira parte de Another Brick In The Wall e da langorosa Goodbye Cruel World, surgem os primeiros acordes de Hey You, onde percebemos que David Gilmour também está presente em palco, na voz de um dos guitarristas da banda. O espetáculo abranda, com as melodiosas Nobody Home e Vera. Após o rufar de tambores de Bring The Boys Back Home, surge um dos momentos da noite. Climax do concerto, Comfortably Numb faz pele de galinha, faz com que os olhos lacrimejem de emoção; a multidão canta cada um dos versos, enquanto que lasers verdes atravessam o ar do Coliseu; ainda não tinha terminado o monumental solo de guitarra e já a multidão, em êxtase, aplaudia de pé, na maior ovação da noite. Mas como o espetáculo tem que continuar, The Show Must Go On faz a passagem para a sequência musical mais electrizante do concerto. O vocalista surge de uniforme, qual Mr. Floyd na fase nazi, trovejando In The Flesh. Chega então a altura da banda puxar pelo público. Uma breve introdução de Run Like Hell dá lugar a uma escuridão silenciosa; o coliseu assobia, bate as palmas, ecoa um tipicamente português "dá-lhe aí moce!". Em breve os lasers regressam, o vocalista, agressivo, diz ser "a song for the weak people in the audience", e a multidão responde de pé, aplaudindo ou de punho no ar, gritando "Run, run, run, run!". Durante oito minutos, sem esmorecer, o Coliseu foi o inferno na Terra, sob o olhar superior do vocalista e da rouquidão poderosa de um dos guitarristas. O final apoteótico funde-se com Waiting For The Worms, ao som de um altifalante que se torna verdadeiramente enervante. O final abrupto, Stop, introduz The Trial, com instrumental em playback, em que vários membros da banda encarnam várias personagens, diante das magníficas imagens de The Wall. Outside The Wall, canção final do album, surge com os mesmos sons iniciais, com a voz das coristas a embalarem um público estarrecido. A banda sai de palco, sem uma despedida, fazendo o público abalar as fundações do Coliseu aguardando por um encore. Este chega, finalmente, acompanhado de um "Obrigada" e de agradecimentos por uma noite maravilhosa. Brain Damage e Eclipse, vindos directamente do brilhante Dark Side Of The Moon, com imagens de vários líders mundiais a passar no ecran, deliciaram todos os fãs que foram assisitir ao mais próximo que existe de Pink Floyd ao vivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Interpretar The Wall ao vivo é um gigantesco desafio, não só pela complexidade musical mas também por ser um album que não foi feito para singles, ou seja, para não ser apreciado por cada música individualmente. Apenas o conjunto das vinte e seis canções fazem sentido e nem todo o conhecedor de Wish You Were Here ou Learning To Fly se rende aos encantos desta obra. No entanto, a recepção foi fantástica e qualquer desconhecimento de certa música foi ultrapassado pelo enorme talento de todos os elementos da banda. Talvez tenha faltado mais espetáculo exterior ao que ocorria no palco, como mais luz ou uns insufláveis no The Trial, e um encore mais longo, mas no final de contas, o balanço foi claramente positivo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-2727852140704466136?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/2727852140704466136/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=2727852140704466136&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2727852140704466136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2727852140704466136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/03/espetaculo-australian-pink-floyd-show.html' title='[Espetáculo] The Australian Pink Floyd Show - The Wall'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/Sb6BlG7_8AI/AAAAAAAAAGI/f7BbH7agoGw/s72-c/Australian%2520PinkF_promo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-306798029171099316</id><published>2009-03-06T19:11:00.005Z</published><updated>2009-04-16T18:49:41.036+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='literatura'/><title type='text'>[Literatura] A Confissão de Lúcio</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SbF8kwLwRhI/AAAAAAAAAGA/bfSvFSMK1eM/s1600-h/112_820.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5310162406497863186" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 140px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SbF8kwLwRhI/AAAAAAAAAGA/bfSvFSMK1eM/s320/112_820.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Obra prodigiosa da literatura portuguesa, um verdadeiro assombro vindo de um dos melhores representantes do Modernismo em Portugal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Novela de Mário de Sá Carneiro (de quem tenciono falar mais detalhadamente daqui a uns tempos), foi publicada em 1914 pelo poeta, dois anos antes do seu suicídio. Escrita na primeira pessoa, esta obra tem como narrador Lúcio, um homem que depois de dez anos de prisão, escreve a sua confissão, ou melhor, a prova da sua inocência. Acusado do homicídio do seu amigo Ricardo de Loureiro, só depois de cumprir a pena este homem se defende, por achar que os seus argumentos eram inverosímeis. Assim, inicia a narração da sua história que começa em Paris, onde conhece Ricardo e onde descobre um leque de pormenores fantásticos sobre a sua personalidade, incluindo uma estranha característica: o seu amigo não consegue ter amigos, pois a sua amizade apenas se concretiza através de uma relação sexual. Apesar da grande proximidade entre os dois, Ricardo acaba por ir para Lisboa e lá casar, sem o comentar com Lúcio. Este decide ir também para Lisboa e é onde todo o drama se desenrola. A mulher de Ricardo, Marta, é uma mulher misteriosíssima, aparentemente sem passado, que acaba por se envolver com Lúcio, sem ter quaisquer cuidados em esconder isso de Ricardo...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este é, sem qualquer dúvida, um dos meus livros favoritos. Absolutamente vertiginoso, incrivelmente depressivo, com algumas notas auto-biográficas, A Confissão de Lúcio é viciante e surpreendente, pelo seu final arrebatador que deixa qualquer leitor que se preze embasbacado. Embalada pelas características modernistas, é uma obra bastante erótica mas mergulhada numa imensa melancolia, típica de Sá-Carneiro. O amor, o fantástico e o suicídio, três das obsessões do autor, conjugam-se aqui de forma divinal, tendo sido esta novela considerada por José Régio como uma obra-prima da literatura portuguesa. Talvez a sua riqueza de vocabulário seja excessiva e isso poderá afastar potenciais leitores, mas a história deste livro sem a escrita de Sá-Carneiro não teria, com certeza, metade do esplendor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Magistral, uma leitura imprescindível, por uma questão de bom gosto. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;9/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-306798029171099316?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/306798029171099316/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=306798029171099316&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/306798029171099316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/306798029171099316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/03/literatura-confissao-de-lucio.html' title='[Literatura] A Confissão de Lúcio'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SbF8kwLwRhI/AAAAAAAAAGA/bfSvFSMK1eM/s72-c/112_820.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8776831212642574321</id><published>2009-02-25T20:47:00.005Z</published><updated>2009-04-01T15:13:35.483+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='acção'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Crepúsculo</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SaXaxx4EZ_I/AAAAAAAAAFo/3qm-7byzUjg/s1600-h/twilight.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5306888284662949874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SaXaxx4EZ_I/AAAAAAAAAFo/3qm-7byzUjg/s320/twilight.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um filme que ainda põe as jovens do mundo inteiro em taquicardia. Será a realização?, o argumento?, as interpretações?, a fotografia? Nada disso, são as hormonas e nada mais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Baseado no livro de Stephenie Meyer, este filme conta a história de uma rapariga (Kristen Stewart) que se muda da escaldante Phoenix para a cidade mais húmida dos EUA, perto de Washington, graças à itinerante vida da mãe e do seu marido. A viver agora com o pai, Bella (é este o nome da rapariga) ingressa na secundária local, onde é acolhida com relativo entusiasmo. Apesar de fazer amigos, o seu interesse é Edward Cullen (Robert Pattinson), rapaz de uma palidez assustadora, rodeado numa aura misteriosa. Os dois aproximam-se e Bella descobre todo um leque de revelações fantásticas: Edward tem o que se chama de super-poderes, não envelhece, é vampiro e imortal. Mas, ao contrário de todos os vampiros existentes, Edward e a sua família não bebem sangue humano. No entanto, à medida que os dois se tornam mais intímos, o cheiro de Bella torna-se numa tentação mortal para Edward e aqui surge a verdadeira essência do seu romance. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Para começar, vi este filme quase obrigado. Mas tudo bem, vampiros são vampiros, acção é acção, faz bem de vez em quando. Neste caso, não fez nada bem. Comecemos pelo enredo: a história, propriamente dita, daria para fazer um filme de 30 minutos, se tanto. Aliás, olhando para a grossura do livro de Meyer, ficamos sem saber como a autora encheu tantas páginas com aquela históriazinha. Durante quase todo o filme andamos ali à volta de uma vida de adolescentes que em nada contribui para o desenlace. O argumento é ainda cheio de diálogos um tanto patéticos que sujam a imagem dos actores, que por si só já têm uma conotação negativa. Kristen Stewart, que me impressionou pela sua beleza e simplicidade em O Lado Selvagem, desilude muito aqui, tornando-se enfadonha, aborrecida, dona de uma melancolia enervante. Robert Pattison, que já fizera suspirar muita da população adolescente feminina como Cedric em Harry Potter e o Cálice de Fogo, volta a uma personagem completamente vazia, estupidamente superficial, em que cada gesto que faz é como se lhe espetassem um pontapé nos testículos. Por muito complexa que a sua personagem possa ser, é claramente uma interpretação exagerada, muito física e sensual, destinada a atingir as hormonas femininas. A realização, ora apresenta linhas clássicas ora arrisca demasiado em planos mais radicais, não havendo uma consistência do início ao fim do filme. Salva-se a banda sonora, que não sendo genial, contem uns bons momentos. De facto, o melhor momento do filme, para mim, foram os créditos finais, ao som de 15 Step dos Radiohead.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Não se deve esperar muito de um filme para adolescentes. No entanto, este Crepúsculo, Twilight no original (mais uma grande tradução), não entretém minimamente, objectivo de quase todos os filmes do tipo. Promete muitos vampiros e sangue, mas estes só surgem na recta final do filme e muito fracos, diga-se de passagem. Crepúsculo não é mais que um meloso romance entre Bella e Edward, que é atirado como um naco de carne cru a uma multidão ávida por histórias de amor que eclipsem uma realidade que não é assim tão fantástica como em Hollywood.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;4/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8776831212642574321?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8776831212642574321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8776831212642574321&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8776831212642574321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8776831212642574321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/02/cinema-crepusculo.html' title='[Cinema] Crepúsculo'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SaXaxx4EZ_I/AAAAAAAAAFo/3qm-7byzUjg/s72-c/twilight.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8138418662144920647</id><published>2009-02-19T18:23:00.004Z</published><updated>2009-04-01T15:11:11.107+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Quem Quer Ser Bilionário?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZ2twTg7c0I/AAAAAAAAAFY/EMV9KKebhhc/s1600-h/slumdog_millionaire.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5304586981496025922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZ2twTg7c0I/AAAAAAAAAFY/EMV9KKebhhc/s320/slumdog_millionaire.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Arrasou nos BAFTA's, ganhou todos os Globos de Ouro para que estava nomeado, conta com 10 nomeações para os Oscares. É assim tão bom? Se é.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história é a de Jamal, um rapaz dos pobres subúrbios de Mumbai que é declarado suspeito de fraude depois de ter acertado em quase todas as respostas do concurso Quem Quer Ser Milionário e estar a apenas uma pergunta de vencer 20 milhões de rupias, patamar nunca alcançado por ninguém. Todo o desenrolar do filme se prende à explicação do seu sucesso no programa, altamente improvável, tendo em conta o seu historial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Este filme é, provavelmente, o mais agradável dos escolhidos da Academia. Com uma história interessante e divertida, Quem Quer Ser Bilionário é um filme um tanto excêntrico, dada também a aliança entre Hollywood de Danny Boyle e Bollywood de Loveleen Tandan (realizador e co-realizador, respectivamente). Esta adaptação literária (mais uma) do romance de Vikas Swarup é fantástica, assim como a realização (até agora, a melhor dos nomeados). Embrenhados nos espírito do filme, os actores que representam Jamal (Dev Patel nos dias de hoje, &lt;span style="color:#000000;"&gt;Ayush Mahesh Khedekar enquanto criança) são brilhantes, embora seja para os dois a estreia no cinema. É através dos seus inocentes olhos que observamos a realidade indiana, tão cruel e não tão divulgada como devia. No entanto, é graças a esta realidade, a esta conjuntura, que o percurso de Jamal é como é, uma mirabolante história de vida que culmina no concurso, onde compreendemos que este não é um filme sobre sorte, dinheiro ou coragem, mas sim uma história de amor. Parabéns ainda á fotografia e à electrizante banda sonora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem Quer Ser Bilionário é um grande filme que tem quase tudo para ser a grande obra de 2008. No entanto, ao compararmos com O Estranho Caso de Benjamin Button, por exemplo, notamos que lhe falta qualquer coisa, algo que não o faça cair facilmente no esquecimento. Será este o calcanhar de Aquiles deste filme, a ausência de algo forte que nos faça guardá-lo na nossa arca de filmes predilectos. Ainda assim, e apesar de não concordar, deverá vencer o Oscar para Melhor Filme.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8138418662144920647?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8138418662144920647/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8138418662144920647&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8138418662144920647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8138418662144920647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/02/cinema-quem-quer-ser-bilionario.html' title='[Cinema] Quem Quer Ser Bilionário?'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZ2twTg7c0I/AAAAAAAAAFY/EMV9KKebhhc/s72-c/slumdog_millionaire.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-2969805916375913012</id><published>2009-02-17T19:00:00.004Z</published><updated>2009-04-16T18:48:52.471+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] O Leitor</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZsRnBHdXAI/AAAAAAAAAFQ/sxLcyHryVsA/s1600-h/the-reader-poster-1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303852348171181058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZsRnBHdXAI/AAAAAAAAAFQ/sxLcyHryVsA/s320/the-reader-poster-1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Leitor apresenta-se como um dos grandes favoritos para a noite dos óscares. E merece? Muito provavelmente não. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história (mais uma adaptação literária) desenrola-se na Alemanha, entre o pós-guerra dos anos 50 e os dias de hoje. Michael (David Kross)é um rapaz de 15 anos que, ao sentir-se mal na via pública, é ajudado por Hanna (Kate Winslet), uma picadora de bilhetes vinte e um anos mais velha que ele. Após ficar muito tempo de cama, Michael regressa a casa de Hanna para lhe agradecer e os dois apercebem-se do desejo que lhes invade o espírito. Desenvolvem assim uma relação intensa, com abundantes momentos sexuais, intervalados com alguns minutos em que Hanna pede que Michael que lhe leia vários romances (ou será ao contrário?). Um dia, Hanna abandona o seu apartamento, deixando Michael desesperado. Só a voltará a ver muitos anos depois, enquanto estudante de Direito que assiste aos julgamentos nazis, e onde Hanna se senta no banco dos réus. É aqui que Michael descobre o maior segredo da sua antiga amada e que permite compreender o seu passado e decidir o seu futuro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Parece-me a mim um filme feito para constar na lista de nomeados para melhor filme dos Óscares. Tudo nele parece pedir um óscar; a fotografia, a realização, Kate Winslet...no entanto, parece-me um filme demasiado mediano para ser tão valorizado assim. Embora a sexualidade seja abundante na primeira parte do filme, não é exagerada, é até bastante importante para compreender a relação do casal. Uma mais valia é o filme não se deixar adormecer entre o desaparecimento de Hanna e o julgamento, que vem a ser o ponto mais alto do filme, ainda que ache que poderia ser mais bem aproveitado dramaticamente. David Kross vai muito bem, talvez a melhor interpretação do filme, acompanhado por uma silenciosa Kate Winslet que não faz aqui um dos papéis da sua vida. Quando surge Ralph Fiennes para fazer o papel de um Michael mais velho, o filme esmorece, nem o aparente frenetismo do envio dos seus romances gravados em cassete lhe dá ânimo. O final alonga-se demasiado, comprometendo a impressão global do filme. Também a tentativa de fazer d'O Leitor um filme mais sobre o holocausto do que realmente é, faz transparecer uma necessidade de comover o público, que acaba por não ser feliz. A comoção, o drama e a qualidade deste filme deveriam estar bem mais presentes na relação Michael/Hanna do que em promenores que, não sendo supérfluos, são desenvolvidos bem mais do que deviam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ainda só vi dois dos candidatos ao óscar de melhor filme (se bem se lembram, foi O Estranho Caso de Benjamin Button) e este O Leitor é francamente mais fraco. Talvez por ter alguma pretensa e não conseguir concretizar uma boa ideia. Acaba por ser um bom filme, mas um tanto decepcionante.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-2969805916375913012?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/2969805916375913012/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=2969805916375913012&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2969805916375913012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2969805916375913012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/02/cinema-o-leitor.html' title='[Cinema] O Leitor'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZsRnBHdXAI/AAAAAAAAAFQ/sxLcyHryVsA/s72-c/the-reader-poster-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-6398965139419580256</id><published>2009-02-15T12:46:00.004Z</published><updated>2009-04-16T18:48:33.481+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Dúvida</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZg8fiNe_JI/AAAAAAAAAFI/REz-FJZDz24/s1600-h/doubt-poster-080908.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303055073685732498" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZg8fiNe_JI/AAAAAAAAAFI/REz-FJZDz24/s320/doubt-poster-080908.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;"I have doubts. I have such doubts."&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dúvida, filme adaptado de uma peça John Patrick Shanley (que é também o realizador), passa-se no ano de 1964 num colégio religioso no Bronx. Neste ano o vento começa a mudar. Prova disso é a vinda do primeiro estudante negro para o colégio e o sacerdócio de um padre bastante jovial e moderno (Philip Seymour Hoffman). Mas para a rígida directora do colégio (Meryl Streep), o padre Flynn não convence. Quando uma das irmãs (Amy Adams) lhe transmite a suspeita de que o padre teria tido relações sexuais com o novo aluno negro, a rigorosa responsável pelo colégio inicia uma demanda contra o sacerdote, com consequências para além do imaginável.~&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se nos últimos filmes que vi, o argumento constitui a jóia da coroa, neste filme é sobretudo o elenco que lhe dá grandeza e qualidade. Envoltos numa bela adaptação para o cinema da peça com o mesmo nome, Hoffman e Streep, aliados com uma imparcial mas inteligente realização, fazem com que o espectador deambule entre a certeza e a dúvida, entre a ingenuidade e a convicção, entre aquilo que queremos ver e aquilo que está à vista. Também Amy Adams e Viola Davis merecem destaque, as duas nomeadas para o óscar de melhor actriz secundária (Hoffman e Streep também são nomeados). Uma representando a castidade e candura de uma jovem freira enclausurada no seu hábito e outra mostrando o desespero e a dor de uma mãe, numa representação curta, porém poderosa. Toda esta conjugação de actores, realização, fotografia seria ainda mais bem sucedida se todo este conflito fosse melhor contextualizado, um elemento crucial para a compreensão de toda a história. Referência à metamorfose impressionante de Meryl Streep, de uma cinquentona doidivanas em Mamma Mia para uma velha fria, ríspida e triste. Tempo ainda para falar dos sermões do padre Flynn, excelentes usos da oratória, talvez algo que faça falta na igreja contemporânea.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um grande filme que, apesar de ter um excelente elenco, não deverá receber algum óscar, pois embora o conjunto de interpretações seja fantástico, há várias personagens noutras películas que se destacam muito mais. E se depois de todo o confronto, ao ver o final, o espectador sentir um certo vazio, não use a palavra decepção, basta que use o título do filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-6398965139419580256?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/6398965139419580256/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=6398965139419580256&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/6398965139419580256'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/6398965139419580256'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/02/cinema-duvida.html' title='[Cinema] Dúvida'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZg8fiNe_JI/AAAAAAAAAFI/REz-FJZDz24/s72-c/doubt-poster-080908.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-2087042746454576618</id><published>2009-02-10T23:31:00.004Z</published><updated>2009-04-01T15:07:13.014+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] O Rapaz do Pijama às Riscas</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZIVx-UvhwI/AAAAAAAAAFA/JVY4m4TzxSM/s1600-h/boy_in_the_striped_pajamas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301323659656267522" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 217px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZIVx-UvhwI/AAAAAAAAAFA/JVY4m4TzxSM/s320/boy_in_the_striped_pajamas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A crueldade de uma das mais negras épocas da História vista pelos olhos da ingenuidade infantil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O filme começa em Berlim na Segunda Guerra Mundial, onde uma família composta por um oficial nazi (David Thewlis), sua mulher (Vera Farmiga) e filhos (Asa Butterfield e Amber Beattie) se vê confrontada com uma mudança de habitação para uma zona no campo. Bruno (Butterfield), com os seus inocentes 8 anos, habituado a viver uma vida despreocupada com os seus amigos pelas ruas de Berlim, é consumido pelo gigantesco aborrecimento da solidão e das regras ditadas pelos pais e pelo seu tutor, apoiante ferveroso da causa nazi. Apesar dos avisos da mãe, o espírito explorador de Bruno leva-o a explorar os terrenos circundantes da sua casa e a encontrar uma grande quinta vedada com arame farpado, onde se encontra Shmuel (Jack Scanlon), outro míudo de 8 anos, com quem estabelece uma estranha e perturbadora amizade que o arrancará da ingenuidade em que vive mergulhado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todos os filmes que se fizerem sobre o Holocauto nazi nunca serão demais. E este filme, sem explorar cruelmente as realidades dos campos de concentração nem apelar aos sentimentos de misericórdia do espectador, acaba por se tornar um retrato fiel da época. Com as interpretações deliciosas de Asa Butterfield e Jack Scanlon, duas crianças que vivem numa desesperante ilusão, todos os outros actores são como que ofuscados pela luz deste dois jovens talentos. Uma realização comum e uma banda sonora adequada, O Rapaz do Pijama às Riscas prima sobretudo pela forma como a história é contada, ainda que pudesse ser melhor explorada, de lhe forma a dar um tom (ainda) mais dramático. Assim sendo, as emoções ficam quase todas guardadas para o final, imprevisível e de tirar o fôlego, capaz de arrancar uma lágrima ao espectador mais sensível. Mas não são os finais que fazem os filmes e a grando pecado deste Rapaz do Pijama às Riscas é o facto de durante cerca de 80 minutos, não passar de um filme mediano para depois passar bruscamente a um final memorável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Começando pelo título e acabando nas expressões faciais de Butterfield, este é um filme sobre um dos mais negros períodos da História mundial através da mais pura das inocências e ingenuidades, que acaba por ser o mais verdadeiro dos pontos de vista existentes sobre o tema. Não ficará nos anais da história como um grandioso filme, mas servirá para uma das mais importantes missões da actualidade: que este assunto não caia no esquecimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-2087042746454576618?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/2087042746454576618/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=2087042746454576618&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2087042746454576618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/2087042746454576618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/02/cinema-o-rapaz-do-pijama-as-riscas.html' title='[Cinema] O Rapaz do Pijama às Riscas'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SZIVx-UvhwI/AAAAAAAAAFA/JVY4m4TzxSM/s72-c/boy_in_the_striped_pajamas.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-4710080940428586511</id><published>2009-02-06T19:42:00.005Z</published><updated>2009-04-16T18:48:10.106+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Lifeboat</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYyZJz0QDJI/AAAAAAAAAEg/WB3XzP2bQV0/s1600-h/Lifeboat1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299779255315467410" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 173px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYyZJz0QDJI/AAAAAAAAAEg/WB3XzP2bQV0/s320/Lifeboat1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para Hitchcock, mestre do crime, o verdadeiro crime é conhecer-se tão pouco deste filme. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com um argumento de John Steinbeck, o filme conta a história de um grupo de sobreviventes a um bombardeamento naval em plena Segunda Guerra Mundial. Entre britânicos e americanos, encontra-se um alemão, náufrago do submarino que bombardeou o navio dos restantes passageiros. A partir deste ponto, conta-se uma história de sobrevivência dentro de um pequeno bote salva-vidas, onde cabe todo um universo de personagens e sentimentos contraditórios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Excelentemente realizado por Alfred Hitchcock, este filme é um autêntico desafio às capacidades do cineasta britânico. O realizador consegue a proeza de filmar um conjunto de óptimos planos dento de um pequeno bote (Lifeboat tem, aliás, o recorde de mais pequeno cenário para um filme). Mas o ponto forte do filme é, sem sombra de dúvida, a história. Steinbeck conseguiu construir um conjunto de personagens fantásticas bastante bem interpretadas pelos actores de serviço. No entanto, também o argumento constitui uma fraqueza do filme. Embora conte com bombardeamentos navais, tempestades e homicídios, quase todo o filme se concentra nas palavras trocadas pelos náufragos, o que poderá afastar alguns espectadores e será provavelmente o factor que levou a um esquecimento deste filme. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Menção também para a cameo de Hitchcock, uma das mais geniais que ja vi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Resumindo e concluindo: sem ser genial, Lifeboat pode ser considerado um grande filme, de um grande realizador, maravilhosamente escrito e muito subvalorizado (apesar de ter sido nomeado para três óscares). Mais do que uma luta pela sobrevivência, Lifeboat é um filme que nos faz reflectir sobre o papel da guerra e dos seus efeitos sobre nós. Propaganda americana ou não, cabe-vos a vocês decidir. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;8/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-4710080940428586511?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/4710080940428586511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=4710080940428586511&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4710080940428586511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4710080940428586511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/02/cinema-lifeboat.html' title='[Cinema] Lifeboat'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYyZJz0QDJI/AAAAAAAAAEg/WB3XzP2bQV0/s72-c/Lifeboat1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-8962692942430904464</id><published>2009-02-04T22:54:00.005Z</published><updated>2009-04-01T15:05:23.885+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='videos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pink floyd'/><title type='text'>[Música] Comfortably Numb</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYog5Ed6xMI/AAAAAAAAAEY/Dzs9-1L94mw/s1600-h/pink_floyd_pulse_dvd_2005.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5299084076378670274" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 236px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYog5Ed6xMI/AAAAAAAAAEY/Dzs9-1L94mw/s320/pink_floyd_pulse_dvd_2005.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Este é só um post para mostrar que o blog não morreu e a sua falta de actividade depende de um período mais agitado da minha vida escolar. Amanhã já conto voltar com uma análise de um filmezinho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E para que não fosse só um aviso, escolhi um video para acompanhar as minhas palavras. Acho que é incontável o número de vezes que o DVD de P.U.L.S.E. já rodou no leitor cá de casa. Desde de puto que me lembro do meu pai a petrificar a ver este grandioso concerto. E se naquela altura eu já parava ao pé da televisão para ver a grande esfera a abrir-se, hoje a interpretação desta música adquire um significado ainda mais especial. O verdadeiro climax do concerto, Comfortably Numb mostra ao vivo porque é um dos hinos da música e os Pink Floyd, ainda que sem Roger Waters, mostram porque são a melhor banda de sempre.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="300" width="400"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yAxByEpDveQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/yAxByEpDveQ&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="300"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-8962692942430904464?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/8962692942430904464/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=8962692942430904464&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8962692942430904464'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/8962692942430904464'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/02/musica-comfortably-numb.html' title='[Música] Comfortably Numb'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYog5Ed6xMI/AAAAAAAAAEY/Dzs9-1L94mw/s72-c/pink_floyd_pulse_dvd_2005.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-7602385337669640025</id><published>2009-01-28T21:02:00.005Z</published><updated>2009-04-16T18:47:51.577+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ficção científica'/><title type='text'>[Cinema] O Dia Em Que A Terra Parou</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYDRqQY3iVI/AAAAAAAAAEQ/C1YwTUGhM_s/s1600-h/daytheearthstoodstill_01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296463685671684434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 216px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYDRqQY3iVI/AAAAAAAAAEQ/C1YwTUGhM_s/s320/daytheearthstoodstill_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Há melhores maneiras de alertar consciências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo começa quando várias esferas caem na superfície terrestre. A maior delas, que transporta Klaatu (Keanu Reeves) cai em, surpresa das surpresas, Manhattan. Helen (Jennifer Connely) é uma cientista escolhida para lidar toda esta situação. Após ganhar a confiança de Klaatu, ela vai descobrindo os seus verdadeiros objectivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de dizer alguma coisa, este filme é um remake de um filme homónimo de 1951. Não sei se está melhor ou pior porque não o vi, mas pelas críticas, parece-me que está piorzinho.&lt;br /&gt;Os trailers prometiam muito. Aliás, todos os filmes que se debrucem sobre o fim do mundo o fazem, todos têm excelentes campanhas de divulgação. Mas apliquemos o saber popular, "muita parra pouca uva". O conteúdo não costuma ser dos melhores e este O Dia Em Que A Terra Parou não é excepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Keanu Reeves tem um papel à sua medida. Como ET não tem que expressar sentimentos e isso fica-lhe mesmo bem. Connely também não foge muito à sua personagem típica, uma mulher cheia de dores e sem alegrias na vida que acaba por se envolver num acontecimento fantástico. O resto do elenco não faz nada merecedor de destaque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme tem alguma acção mas talvez não tanta como um filme com esta premissa pede. Supostamente, o argumento tem como objectivo alertar-nos para as consequências do nosso modo de vida. Bem, seria boa ideia se não se concentrasse tanto nos efeitos especiais e em tornar o filme numa espécie de Guerra dos Mundos. Cai em vários clichés dos filmes apocalípticos como a existência de alguém em representação do Presidente dos EUA, um estado caótico das cidades mundiais e a destruição de Manhattan. Expliquem-me só porque é que Manhattan é sempre uma vítima neste tipo de situações (O Dia Depois De Amanhã, Impacto Profundo). Haverá alguma lei que diga "Em casos de destruição apocalíptica cinematográfica, Manhattan e apenas Manhattan será o cenário afectado"?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pelo menos faz-nos querer ver o filme até ao fim, o que já é uma mais valia. Os efeitos especiais também não estão mal, mas não só disso se faz um filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A mensagem final é clara. Só duvido que atinja o público através de robôs gigantes e insectos aliens destruidores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;5/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-7602385337669640025?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/7602385337669640025/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=7602385337669640025&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/7602385337669640025'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/7602385337669640025'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/cinema-o-dia-em-que-terra-parou.html' title='[Cinema] O Dia Em Que A Terra Parou'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SYDRqQY3iVI/AAAAAAAAAEQ/C1YwTUGhM_s/s72-c/daytheearthstoodstill_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-4912902392194946901</id><published>2009-01-26T23:36:00.005Z</published><updated>2009-04-16T18:47:09.665+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='espetáculo'/><title type='text'>[Espetáculo] A Verdadeira Treta</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SX5MzkwekDI/AAAAAAAAAEI/joXBdRfNzOU/s1600-h/2040807397218f.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295754660758327346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 235px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SX5MzkwekDI/AAAAAAAAAEI/joXBdRfNzOU/s320/2040807397218f.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desloquei-me no Sábado ao CAE da Figueira da Foz para assistir à Verdadeira Treta, uma sequela da aclamada Conversa da Treta. Bem, uma treta é que não foi.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;José Pedro Gomes e António Feio (ou Zezé e Toni, como preferirem) regressam aos palcos, após uma bem sucedida participação no cinema. Durante uma hora e meia divagam sobre a actualidade como se de grandes sociólogos se tratassem, nunca descuidando os típicos erros de pronunciação que só por si causam muitas gargalhadas do público. Durante quarenta e cinco minutos, quase todas as frases que dizem fazem-nos rir até chorar (acreditem, havia pessoas de lenços nos olhos a limpar as lágrimas enquanto eles falavam dos paralímpicos). Mas o espetáculo acaba por adormecer quando os dois actores se debruçam sobre assuntos mais sérios. Escuzado será dizer que o que arranca mais gargalhadas são as piadas sexuais e essas estiveram em força, para manter o público atento. No final, com algum esforço, conseguiram. Não será culpa deles se alguém bocejar durante o espetáculo; talvez seja o público português que não está habituado a este tipo de humor, tão próximo mas também tão distante. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas que se lixe, no final foram aplaudidos de pé enquanto notas de quinhentos euros voavam do tecto. É caso para dizer "Espetáculo!"&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-4912902392194946901?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/4912902392194946901/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=4912902392194946901&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4912902392194946901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/4912902392194946901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/espetculo-verdadeira-treta.html' title='[Espetáculo] A Verdadeira Treta'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SX5MzkwekDI/AAAAAAAAAEI/joXBdRfNzOU/s72-c/2040807397218f.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-6491883524318685836</id><published>2009-01-26T20:31:00.004Z</published><updated>2009-04-16T18:46:47.235+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><title type='text'>[Cinema] Tempestade Tropical</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SX4jSx9tA-I/AAAAAAAAAEA/mBnasyX8BMw/s1600-h/tropic-thunder-poster.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295709017391039458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 228px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SX4jSx9tA-I/AAAAAAAAAEA/mBnasyX8BMw/s320/tropic-thunder-poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.iwatchstuff.com/2008/05/23/tropic-thunder-poster.jpg"&gt;&lt;/a&gt;Já muito se falou deste filme, uma das comédias do ano até com uma nomeação aos óscares. Mas Tempestade Tropical acaba por ser mais uma comédia quando podia ser muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história é a da realização de um filme sobre o Vietname que, quer pela inexperiência do realizador quer pelos desacordos entre actores, corre terrivelmente mal. Dado que pretende ser o filme de guerra mais caro de sempre, vale tudo para que corra bem. E nesse tudo cabe levar os actores para a plena selva asiática, onde encontram inimigos a sério.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Começemos pelos actores. Pode ser considerado um elenco de luxo da comédia: Ben Stiller, Jack Black, Robert Downey Jr. (nomeado para o óscar de melhor actor secundário), Matthew McConaughey...no entanto, nenhum deles faz um papel merecedor de um aplauso, nem lá perto. Ben Stiller num dos seus papéis de sempre, mostra que fica muito melhor atrás das câmaras. Jack Black bem que podia não fazer parte do elenco, é apenas uma personagem patética que se limita a encher o filme de piadas ordinárias que, ditas por ele, não têm grande piada. Robert Downey Jr, ainda estou surpreendido pela nomeação da Academia, não é o seu pior papel mas decerto não é o seu melhor. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas salve Deus os efeitos especiais e a fotografia do filme, as únicas razões para não dar uma nota mais negativa. Acabam por ser a mais-valia deste filme, que infelizmente se concentra em ser uma comédia diferente. Essa tentativa de diferença, que podia ser alcançada através da crítica à indústria cinematográfica, morre algures no meio do filme, entre algum tiroteio e uma idiotice do Jack Black. Melhor assim, se fosse um filme pretensioso iria desagradar a muito mais gente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais uma nota: durante 107 minutos, não soltei uma única gargalhada. Devo ter sorrido uma ou duas vezes da estupidez de algum diálogo e para me lembrar que estava a ver uma comédia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;5/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-6491883524318685836?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/6491883524318685836/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=6491883524318685836&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/6491883524318685836'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/6491883524318685836'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/cinema-tempestade-tropical.html' title='[Cinema] Tempestade Tropical'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SX4jSx9tA-I/AAAAAAAAAEA/mBnasyX8BMw/s72-c/tropic-thunder-poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5699956382032001328</id><published>2009-01-25T13:24:00.006Z</published><updated>2009-04-16T18:46:17.821+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='terror'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Bug</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXyHIuAhQaI/AAAAAAAAAD4/Bod4hI5XhMo/s1600-h/poster_Bug2006.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5295255845739774370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 218px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXyHIuAhQaI/AAAAAAAAAD4/Bod4hI5XhMo/s320/poster_Bug2006.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Comecemos pelo enredo. Agnes (Ashley Judd) é uma mulher com um passado desastroso, marcado pela violência do ex-marido e pelo desaparecimento do filho. Ocupando ora o seu quarto de motel ora o bar onde é empregada, Agnes vive fragilizada com o medo do regresso do ex-marido, que acaba por se concretizar. É nesta conjuntura que aparece Peter (Michael Shannon), um ex-soldado por quem Agnes se apaixona. E é através deste romance que caímos numa gigantesca teia em que a linha entre o racional e o irracional se torna mais ténue que nunca.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Comprei o DVD com a intenção de assitir a um filme de terror físico, com bicharocos que se moviam debaixo da pele e violência q.b.. Mais uma vez, fui surpreendido. Bug não é um filme de terror hollywoodesco. O seu terror é apenas psicológico e encobre algo de muito sério. Mais do que paranóia, o realizador (responsável também pelo Exorcista e Os Incorruptíveis Contra A Droga) mostra-nos até que ponto a solidão se torna um meio propício à disseminação de sentimentos, em especial o medo e a paranóia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Apesar de toda a crueza de algumas cenas e das representações teatrais de Ashley Judd e Michael Shannon, o filme acaba por não se tornar memorável, embora tivesse tudo para o ser. Talvez o espaço e o tempo restinjam um pouco a acção, mas consegue dar-nos um ligeiro murro no estomâgo. E ainda que a dor desapareça depressa, a comichão ainda fica por lá.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5699956382032001328?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5699956382032001328/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5699956382032001328&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5699956382032001328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5699956382032001328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/cinema-bug.html' title='[Cinema] Bug'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXyHIuAhQaI/AAAAAAAAAD4/Bod4hI5XhMo/s72-c/poster_Bug2006.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-1099205724448467589</id><published>2009-01-19T22:37:00.002Z</published><updated>2009-04-01T14:58:22.907+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='música'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='pink floyd'/><title type='text'>[Música] The Dark Side Of The Moon - Pink Floyd</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXUBBxLeAZI/AAAAAAAAADw/XVY5EwmJcpI/s1600-h/PINK_FLOYD-THE_DARK_SIDE_OF_THE_MOON-FRONTAL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5293138066936824210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXUBBxLeAZI/AAAAAAAAADw/XVY5EwmJcpI/s320/PINK_FLOYD-THE_DARK_SIDE_OF_THE_MOON-FRONTAL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quem melhor para inaugurar o espaço musical do Para Acabar de Vez Com a Cultura que os Pink Floyd. Em princípio, dispensariam apresentações, mas para os que só agora ouvem falar deles, os Pink Floyd são a melhor banda de sempre, que se caracteriza ora pelo rock psicadélico ora pelo rock progressivo (consoante a influência de alguns membros num determinado album), composta por David Gilmour, Nick Manson, Roger Waters (que acabou por abandonar a banda), Richard Wright e Syd Barret (já falecidos).&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ultrapassado o período mais psicadélico da banda, sob o jugo de Syd Barret, os Pink Floyd passaram por uma fase mais melódica (melhor exemplo é Atom Heart Mother, um instrumental de 24 minutos). No entanto, em 1973 surge o ponto de equilíbrio entre música e voz, a perfeita união entre a melodia e a letra. Não vale a pena discutir se é rock progressivo, se é música electrónica, se é soul, funk ou hard rock. Senhoras e senhores, é The Dark Side Of The Moon.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Começando com um pequeno resumo do que se vai passar (Speak To Me), avançamos para Breathe, extremamente melancólica e com uma letra com um toque carpe diem. Passando pela frenética On The Run, composta maioritariamente com sintetizadores, chegamos à melhor música do album, na minha opinião. Principiando com mil relógios a despertar, Time vai passando com a bateria de Nick Manson até que Gilmour pronuncia o célebre verso "Ticking away the moments that make up a dull day". A partir daí, só vai melhorando. Um dos seus melhores solos soa tão áspero comparando com o final da música, uma espécie de reprise de Breathe. A letra também contribui para a magnificiência desta música, que nos fala do momento mori ("lembra-te que morrer") e da forma como o tempo passa mais depressa à medida que ficamos mais velhos.&lt;br /&gt;Segue-se The Great Gig In The Sky, com fantásticos teclados de Wright e uma colossal performance vocal de Clare Torry que se torna no melhor instrumento da canção, gritando até não poder mais, acabando por quase nos sussurrar ao ouvido no final. E mal acabamos de ouvir a sua voz, heis que as moedas começam a cair. É Money, possivelmente a música mais conhecida do album. Ainda tão actual, a letra acompanha os solo de saxofone e guitarra, sendo esta provavelmente a música em que todos os membros de distinguem de quase igual modo. O saxofone regressa ainda em Us and Them, a balada do album, muito calma e relaxante, tendo alguma influência do jazz.&lt;br /&gt;Regressando aos teclados electrizantes, Any Coulour You Like (que embora seja boa, é a que menos gosto do album) antecede a sequência Brain Damage-Eclipse. A primeira, provavelmente a mais acessível, faz algumas referências a Syd Barret e vai curiosamente de encontro ao tema da loucura e à tese defendida por Mário Sá Carneiro na sua obra "Loucura...". Eclipse é o final, o verdadeiro orgasmo musical do album, a chave de ouro que termina este grandioso poema.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E porque é este album uma obra-prima? Serão os solos e a voz de Gilmour? Os teclados de Wright? A batida de Manson? O baixo e as letras de Waters? De facto, tudo isto faz dele um grande album, mas a verdadeira forma de apreciar The Dark Side Of The Moon não é analisando acordes ou técnicas musicais. Basta fechar os olhos, absorver a melodia e captar uma filosofia que não se aprende nos livros da escola&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:180%;"&gt;10/10&lt;/span&gt; (o melhor album de sempre, atrevo-me a dizer)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-1099205724448467589?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/1099205724448467589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=1099205724448467589&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1099205724448467589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1099205724448467589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/msica-dark-side-of-moon-pink-floyd_19.html' title='[Música] The Dark Side Of The Moon - Pink Floyd'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXUBBxLeAZI/AAAAAAAAADw/XVY5EwmJcpI/s72-c/PINK_FLOYD-THE_DARK_SIDE_OF_THE_MOON-FRONTAL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-6302501478519577411</id><published>2009-01-18T13:34:00.005Z</published><updated>2009-04-16T18:45:54.715+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] O Estranho Caso de Benjamin Button</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXN_Q3iBJuI/AAAAAAAAADg/D195S1jp0rQ/s1600-h/_poster001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5292713914851731170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 226px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXN_Q3iBJuI/AAAAAAAAADg/D195S1jp0rQ/s320/_poster001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No que parecia ser um ano sem grandiosos filmes, 2008 termina não com uma agradável surpresa, mas com um fantástico filme, que vindo de quem vem, tem uma prevísivel qualidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A história é, sem dúvida, a mais valia do filme. Trata da vida de Benjamin Button, um homem que nasce com 80 anos e que com o passar do tempo fica mais jovem. Se para o leitor isto parece bom, desengane-se: o relógio da vida em vez de andar para a frente, anda pra trás. Mas não pára. E ao longo das suas oito décadas de existência, vemos Benjamin a viver uma vida recheada de grandes momentos e de grandes pessoas. E se Forrest Gump dá uma maior importância aos momentos, este filme valoriza mais o lado humano da história.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A realização do filme é magnífica, onde identificamos alguns toques de Tim Burton, ainda que não haja metade do seu nível de excentricidade. Brad Pitt não se sai nada mal embora as glórias sejam entregues a Cate Blanchett, essa que já há muito tempo que não desilude. Tilda Swinton também é merecedora de elogios, uma vez que vai muito bem num papel em que encaixa na perfeição. Palmas também para os efeitos especiais e para a maquilhagem, que se aliam ao talento dos actores e do realizador criando uma simbiose rara nos tempos que correm. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se o filme peca por alguma coisa, é pela sua longa duração, que poderia passar mas despercebida se a intensidade dramática dos últimos dez minutos de filme fosse distribuida por toda a película. Mas se nos lembrarmos de cenas como o atropelamento em Paris ou a batalha naval, esquecemos o tempo que passa por nós e apreciamos a magia deste filme, que arrisca não só uma adaptação literária, não só ser demasiado complexo para Hollywood, não só ser um dos nomes mais pronunciados na noite dos Óscares, mas que se arrisca principalmente a ser um dos grandes nomes do cinema deste século.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;9/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-6302501478519577411?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/6302501478519577411/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=6302501478519577411&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/6302501478519577411'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/6302501478519577411'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/cinema-o-estranho-caso-de-benjamin.html' title='[Cinema] O Estranho Caso de Benjamin Button'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SXN_Q3iBJuI/AAAAAAAAADg/D195S1jp0rQ/s72-c/_poster001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-3076639883938690693</id><published>2009-01-16T17:48:00.003Z</published><updated>2009-01-16T17:55:18.641Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avisos'/><title type='text'>Errata</title><content type='html'>OK, esqueçam a FAQ nº2. Mudei o nome (não sabia que dava para fazer isso). Portanto, adicionem o novo URL nos vossos favoritos: &lt;a href="http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/"&gt;http://acabardevezcomacultura.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-3076639883938690693?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/3076639883938690693/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=3076639883938690693&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3076639883938690693'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/3076639883938690693'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/errata.html' title='Errata'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-1357499223504030887</id><published>2009-01-14T18:44:00.011Z</published><updated>2009-04-16T18:45:30.584+01:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cinema'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comédia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Oscar'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='drama'/><title type='text'>[Cinema] Vicky Cristina Barcelona</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SW4-d6dyc0I/AAAAAAAAADU/mnUFskX-YBw/s1600-h/vicky_cristina_barcelona1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291235295838237506" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 222px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SW4-d6dyc0I/AAAAAAAAADU/mnUFskX-YBw/s320/vicky_cristina_barcelona1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vicky Cristina Barcelona é o mais recente filme do fantástico Woody Allen. Vencedor do Globo de Ouro para Melhor Filme - Musical ou Comédia e com um elenco composto de grandes nomes do cinema (Javier Bardem, Penélope Cruz, Scarlett Johansson), o filme promete bastante. Mas falha.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O argumento é típico de Woody Allen, cheio de personagens exóticas, traições, amores imperfeitos. Vicky (&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;Rebecca Hall&lt;/span&gt;) e Cristina (Scarlett Johansson) são duas amigas que aceitam o convite de passar o Verão em Barcelona. Após visitarem a cidade e se deixarem encantar pelo seu ambiente, conhecem Juan Antonio, um pintor espanhol que as convida às duas para um fim de semana em Oviedo, viagem que inclui maravilhas culturais, bom vinho e sexo. A três. Apesar de Cristina se sentir entusiasmada com a ideia, Vicky, uma mulher comprometida, acha a proposta ofensiva. No entanto, em Oviedo, é precisamente Vicky quem tem relações com Juan Antonio. De regresso a Barcelona, as histórias destas três personagens entram numa enorme encruzilhada, a que se junta Maria Elena (Penélope Cruz), ex-mulher de Juan António.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Atrevo-me a dizer que Woody Allen já não faz uma boa comédia desde Vigaristas de Bairro. Em contrapartida, tem realizado uns excelentes dramas (Match Point) e umas comédias menores comestíveis (Scoop, Melinda &amp;amp; Melinda). Este Vicky Cristina Barcelona, não se torna uma desilusão, nenhum filme de Woody o é. No entanto, sente-se a ausência do toque de humor(outrora tão presente), sente-se a ausência de Nova Iorque, sente-se a ausência da personagem de Allen com o seu típico gaguejo e a sua personalidade nervosa. Apesar de ter grandes nomes, Penélope Cruz, aparecendo só em metade do filme, acaba por ser quem sai melhor. Javier Bardem parece-me que tenta ser engraçado, mas nem com os diálogos de Woody o consegue. Scarlet aparece sem metade do fulgor de Match Point e Scoop e com uma personagem mais física. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A ideia do filme acaba por ser típica, embora os diálogos estejam longe do requinte de Woody Allen. Apenas a realização e os créditos iniciais (já tão famosos como os de 007) se mantêm fiéis ao estilo que nos habituou. E só por isso, torna este um bom filme.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Final do filme, não saí com a sensação de quem comprou gato por lebre. Talvez novilho por boi, mas entre os novilhos cinematográficos, este caiu-me muito bem. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Classificação:&lt;/span&gt; 7/10&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-1357499223504030887?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/1357499223504030887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=1357499223504030887&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1357499223504030887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/1357499223504030887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/cinema-vicky-cristina-barcelona.html' title='[Cinema] Vicky Cristina Barcelona'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_nAeKX6c9z6Y/SW4-d6dyc0I/AAAAAAAAADU/mnUFskX-YBw/s72-c/vicky_cristina_barcelona1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6289487428932530592.post-5969704578500510649</id><published>2009-01-13T18:38:00.003Z</published><updated>2009-01-13T20:11:13.244Z</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Avisos'/><title type='text'>Um exórdiozinho, para começar</title><content type='html'>E eis que chega o momento em que um visitante planeia ver o que há de novo no blog "O Barulho Que Pensa" do Pedro Fernandes Martins e do Miguel Claythorne e se depara com esta tentativa de espaço bloguístico que tenciona um dia vir a fazer considerações sobre cinema, literatura e música. Que não se assuste o visitante, não foi erro da Internet. O PFM acabou por se dedicar a um projecto a solo (o Worst Off, aqui ao lado na lista de links) e eu decidi tornar isto numa coisa mais abrangente.&lt;br /&gt;Pode agora surgir-vos a vontade de me fazer perguntas. Não o façam sem antes consultar o espaço de FAQ's!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAQ nº1: Porquê "Para Acabar de Vez Com A Cultura"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A expressão é a magnífica tradução do título de um livro do Woody Allen (Getting Even). Como o que vou escrever aqui vai insultar toda a profissão de críticos, adequa-se o título. E como foi a primeira coisa que me veio à cabeça, ficou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAQ nº2: Pedro, e porque não criar um novo blog? Existe uma incongruência entre o título e o URL do blog...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, referência ao Pedro. Admito hoje que o Miguel Claythorne foi uma tentativa estúpida de me tornar numa pessoa muito complexa com alter-egos e duplas personalidades. A partir de hoje, darei a cara por todos os textos que escrever. Segundo, criar um blog seria estúpido, dado que o "O Barulho Que Pensa" só tinha uma mensagem e podia muito bem ser aproveitado. E não estou para contribuir para as estatísticas daqueles que dizem os blogs estão a tornar-se no ópio do povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FAQ nº3: És defensor da depilação brasileira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não faço ideia do que seja, mas tudo o que seja desbravar caminho, eu concordo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que já estejam elucidados. Resta-me dizer que este blog se propõe a fazer análises de filmes, albums e livros sem nenhum prazo, que a minha vida não é isto.&lt;br /&gt;Sem mais assunto, umas boas visitas!&lt;br /&gt;Pedro Zambujo&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6289487428932530592-5969704578500510649?l=acabardevezcomacultura.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/feeds/5969704578500510649/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6289487428932530592&amp;postID=5969704578500510649&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5969704578500510649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6289487428932530592/posts/default/5969704578500510649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://acabardevezcomacultura.blogspot.com/2009/01/um-exrdiozinho-para-comear.html' title='Um exórdiozinho, para começar'/><author><name>Pedro Zambujo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07335086880711901635</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
